domingo, 25 de junho de 2017

Vida no Espirito em Uganda 2017


Em Abril de 2014 eu estava procurando contato de pessoas que pudessem me receber em Istambul, na Turquia para que de lá eu fosse para Albânia, meu destino final, pelo menos é o que eu pensava ser. Que bom que meus planos sempre são frustrados por Deus. Bom, então uma missionária americana me deu o contato de uma irmão de Uganda que morava na Turquia, e nos falamos por skype e ofereci o livro do Pr. Dave Roberson, sobre oração em línguas em inglês. Ele decidiu orar, e o tempo passou, ele voltou para casa, e se juntou a seus país no serviço de sua congregação em Uganda. Desde então vem orando e mergulhando em Deus.


A partir de 2015 ele começou a me chamar para levar mais profundidade de edificação em sua igreja, e princípios de paternidade. Alguns me perguntam, o por quê de eu aceitar esse tipo de convite para ir a lugares onde todos os custos são por minha conta. Minha resposta é sempre a mesma. Não é um convite, é um envio. Jesus me envia e Ele nunca me deixou na mão. Ele coordena sua Obra, não eu. O patrão é Ele, eu apenas obedeço e vou onde Ele me manda. É muito simples. A dificuldade está quando andamos no reino pensando como se ainda estivéssemos na babilônia. Se pensarmos assim, não vai funcionar.


Quando eu estava na religião, a zombaria e incredulidade das pessoas não me desanimavam, elas me motivavam, pois eu sabia quem tinha dado a ordem, e isso causava grande alegria em esperar pela provisão e envio. Dessa forma, eu e minha esposa já fomos a outros países, e aquilo para que o Senhor havia nos enviado, foi cumprido de acordo com o plano Dele, e não do meu. Diante disso, eu mergulho mais em Cristo, afim de que Ele resplandeça em mim, e seja eu lá.


Dessa vez, vamos disponibilizar 22 dias, afim de viajar até o Egito também, aproveitando a oportunidade de já estar na Africa, e ir até Ismat, uma cidade que o Espirito Santo me deu para interceder e visitar, com propósitos que só Ele sabe, e eu vou saber quando chegar lá. Caso você queira participar, pode se comprometer em interceder por nós, ou participar financeiramente. Nossa conta está na página inicial do blog.


Deus te abençoe, e te dê uma boa semente para ser plantada nessa empreitada celestial. As coisas Espirituais se discernem espiritualmente, e sabemos que nenhum dos propósitos de Deus para aqueles que estão alinhados com Sua vontade podem ser frustrados. 

Leonardo Lima Ribeiro 

quinta-feira, 22 de junho de 2017

O Jejum de Quarenta Dias de Jesus


Podemos aprender muito sobre o propósito do jejum ao olharmos para o jejum de quarenta dias que Jesus fez quando encontrou Satanás no deserto e o derrotou. A seguir, foi Jesus levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo Diabo. E, depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome. Então, o tentador, aproximando-se lhe disse: Se és Filho de Deus, mandas que estas pedras se transformem em pães. Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus. Então, o Diabo o levou à Cidade Santa, colocou-o sobre o pináculo do templo e lhe disse: Se és Filho de Deus, atira-te abaixo, porque está escrito: Aos seus anjos ordenará a teu respeito que te guardem; E: Eles te susterão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra. Respondeu-lhes Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus. Levou-o ainda o Diabo a um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles e lhe disse: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares. Então, Jesus lhe ordenou: Retira-te Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto. Com isto, o deixou o Diabo, e eis que vieram anjos e o serviram. – Mateus 4:1-11

Ao ler esta passagem da Bíblia, eu pensei, qual foi a razão para Jesus fazer aquele jejum de quarenta dias e por que Satanás o desafiou no final? Quando discuti isto com outros a resposta que geralmente ouvia era: “O jejum reduziu Jesus para o Seu estado mais fraco de vulnerabilidade. Naquele estado de fraqueza, Jesus mostrou a supremacia do Seu poder sobre o diabo quando não se rendeu à tentação”.
Mas, na realidade, o oposto é a verdade. Jesus jejuou por quarenta dias para se preparar para o encontro com o diabo. Por quê? Porque Ele sabia que o jejum não nos enfraquece, e sim nos fortalece ao bloquear a carne. Por que Jesus foi guiado pelo Espírito para ir ao deserto e ser tentado pelo diabo? Porque Ele, como nosso Substituto, estava sendo tentado em nosso lugar.

Então, depois de vencer o diabo, Ele pode nos dar a vitória perfeita que Ele obteve por derrotar Satanás nas tentações da carne. É por isso que Jesus disse mais tarde em Lucas 10:19: Eis aí vos dei autoridade para pisardes serpentes e escorpiões e sobre todo o poder do inimigo, e NADA, absolutamente, vos causará dano. Então, o jejum tem sobre a nossa carne o mesmo efeito que teve na carne de Jesus: Ele nos sustenta contra as tentações do diabo e nos ajuda a mortificar ou bloquear a carne ao impor a vitória perfeita que Jesus já nos deu.

Para que possamos entender quão perfeita e poderosa é a vitória que Jesus nos deu sobre a carne, precisamos aprender o que Jesus aguentou para obtê-la. Veja, nada pode ser declarado perfeito a menos que não possa ser melhorado. Isto significa que a vitória que Jesus nos deu sobre a carne e sobre o diabo poderia apenas ser declarada perfeita se Ele houvesse suportado os testes e maquinações mais diabólicos de Satanás. Jesus teve que se submeter ao pior que Satanás tinha – aos piores tormentos, medos, pressões, cuidados e às piores tentações de desejos e riquezas. Esta foi a
única razão pela qual Jesus foi levado ao deserto.

Ele estava em uma missão de Deus como nosso Substituto para obter, para nós, como uma parte da nossa redenção, uma perfeita vitória sobre a carne. Agora, nós podemos entrar na Presença de Deus
armados com a força da graça que Ele nos deu – não por causa do que fizemos, mas, por causa daquilo que Jesus fez. Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. Achegue-mo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna. – Hebreus 4:15, 16

Diante do trono de Deus podemos encontrar misericórdia para nos ajudar quando precisarmos – durante as nossas tentações, testes e tribulações. Para que Jesus pudesse nos conceder este tipo de força Ele teve que encarar Satanás em três níveis: espírito, alma e corpo. Este confronto não foi carregado na identidade espiritual de Jesus, mas em Sua humanidade. É por isso que Jesus disse, “O homem (se referindo a Sua humanidade) nem só de pão viverá, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mt.4:4).

As pressões, tormentos, solidão e medo que Satanás tentou colocar em Jesus são indescritíveis. Elas só podem ser descritas quando comparadas com o horror visto no nível mais baixo de um hospício, onde os espíritos daquelas pessoas foram completamente dominados por demônios. A oposição demoníaca que Jesus enfrentou é a mesma que gera uma loucura por poder e riqueza, como a que Adolph Hitler e os nazistas possuíam, quando uma cultura tenta aniquilar completamente uma outra para ter domínio ou poder mundial.

Veja, Jesus teve que encarar o pior que Satanás tinha. Ele não podia simplesmente conseguir a vitória
sobre um demônio de baixo nível, de segunda categoria que simplesmente aflige ou atormenta. Ele não podia ao menos lidar com um príncipe das trevas ou um principado. Jesus teve que encarar o próprio Satanás! E ao fazer isto, Ele derrotou Satanás em todos os três níveis: espírito, alma e corpo!
Em primeiro lugar, Jesus derrotou Satanás no nível do corpo. Satanás O desafiou para suprir as necessidades de Seu corpo físico – mas, de acordo com os termos de Satanás: Então, o tentador, aproximando-se, lhe disse: Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães.
– Mateus 4:3

Satanás tentou pressionar Jesus com o pior tormento para o corpo físico: a ameaça de que as necessidades básicas para sustentar a vida não serão supridas. A tentativa falhou. Em segundo lugar, Jesus derrotou Satanás no nível da alma quando ele tentou fazer com que Jesus cometesse suicídio.
Ele levou Jesus a um pináculo do templo da Cidade Santa e começou a pressioná-Lo no âmbito emocional da alma para que Ele pulasse do pináculo, cometendo suicídio: E lhe disse: Se és Filho de Deus, atira-te abaixo, porque está escrito: Aos seus anjos ordenará a teu respeito que te guardem, e:
Eles te sustentarão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra. – Mateus 4:6

Jesus sabia que Deus havia ordenado aos anjos com respeito a Ele, mas, Ele não tentaria Deus se jogando do templo apenas porque o diabo havia dito. Veja, suicídio é o último ponto no estado de falta de esperança, após uma longa batalha de tormentos e medos. Neste estado, a pessoa diz para a vida, “você não tem respostas reais”. Neste sentido, este é o pior tormento da alma e Jesus derrotou Satanás nesta área. Satanás pode tentar nos atormentar no âmbito da alma de nossas emoções, mas hoje nós temos acesso a uma vitória perfeita contra o tormento da alma. Esta vitória foi nos dada por Jesus, o Príncipe da Paz e irá nos sustentar independentemente do que Satanás tente fazer.

Em terceiro lugar, Jesus derrotou Satanás no nível do espírito quando ele tentou fazer com que Jesus o adorasse. É interessante notar que quando Satanás tentou Jesus no âmbito físico ele usou comida e quando O testou no âmbito emocional da alma ele usou o suicídio. Mas, ao testá-Lo no âmbito do espírito humano, Satanás usou poder e dinheiro ao oferecer a Jesus a glória dos reinos do mundo. Isto nos mostra que Satanás tem uma estratégia para conquistar a espiritualidade de um homem. O diabo
sabe que, rapidamente, os homens trocarão seu compromisso com a adoração a Deus pela adoração a
ele, por causa do poder e riquezas, mais do que por qualquer outra coisa que ele possa oferecer.

Satanás ofereceu fazer de Jesus o Homem mais rico e mais poderoso do mundo. Tudo o que Jesus tinha que fazer era se prostrar espiritualmente a Satanás e adorá-lo. Mas, graças a Deus, Jesus derrotou Satanás. Então, Ele nos deu a força que adquiriu através de Sua vitória em todos os três níveis. De alguma maneira o jejum ajudou Jesus a se preparar para aquela tentação para que Ele pudesse, como nosso Substituto, nos dar a Sua vitória. Agora, quando jejuamos, executamos a vitória
de Jesus sobre a carne ao nos entregarmos a Deus e superarmos o diabo.

Pr. Dave Roberson

domingo, 18 de junho de 2017

O Jejum Ajuda a Preservar o ‘Odre Velho’


Vamos dar um passo à frente. Em Mateus 9:14 e 15 os discípulos de João Batista perguntaram a Jesus sobre o jejum. Demorei muito tempo para entender a resposta Dele. Vieram, depois, os discípulos de João e lhe [Jesus] perguntaram: Por que jejuamos nós, e os fariseus [muitas vezes], e teus
discípulos não jejuam? Respondeu-lhes Jesus: Podem, acaso, estar tristes os convidados para o
casamento, enquanto o noivo está com eles? Dias virão, contudo, em que lhes será tirado o noivo, e nesses dias hão de jejuar. Os dias aos quais Jesus se refere é a mudança da Antiga para a Nova Aliança; são os nossos dias.Então, de repente, sem nenhuma razão aparente,
Jesus diz: Ninguém põe remendo de pano novo em veste velha; porque o remendo tira parte da veste, e fica maior a rotura. Nem se põe vinho novo em odres velhos; do contrário, rompem-se os odres, derrama-se o vinho, e os odres se perdem. Mas põe-se vinho novo em odres novos, e ambos se
conservam. – Mateus 9:16, 17

Vamos entender o que Jesus está dizendo aqui. Os discípulos de João vieram até Ele e disseram, “Os fariseus jejuam muitas vezes e nós também. Mas, notamos, Jesus, que estes homens que O seguem nunca jejuam”.Então, Jesus responde, “Não, eles não precisam jejuar enquanto estou com eles. Eu sou o Noivo”. Em outras palavras, durante aquele tempo os discípulos estavam entre duas alianças, o Antigo Testamento e o Novo Testamento. E antes de Jesus enviar os setenta discípulos, Ele literalmente colocou Sua unção neles.

Os discípulos expulsaram diabos e ressuscitaram mortos. Quando eles voltaram e falaram para Jesus
sobre o que haviam feito, eles estavam muito chocados, mais do que os próprios demônios que haviam saído! Lucas 10:17 diz, Então, regressaram os setenta, possuídos de alegria, dizendo: Senhor, os próprios demônios se nos submetem pelo teu nome. Mas, veja, eles estavam andando sob a unção de Jesus. Então, em essência, Jesus diz, “Não, enquanto Eu estou com vocês, vocês não precisam jejuar, porque Eu pus minha unção sobre vocês. Mas, o dia virá quando Eu serei levado e haverá uma mudança de alianças.

Neste dia vocês irão jejuar. E vocês gostariam de saber por que jejuarão naquele dia?”. Os discípulos disseram, “Sim! Esta é a pergunta que estamos Lhe fazendo”. Jesus diz, “Vou lhes dizer exatamente porque vocês jejuarão naquele dia – porque vocês não podem pôr vinho novo em odres velhos e nem remendo de pano novo em veste velha”. Então, ao meditar na resposta de Jesus aos discípulos de João, eu pensei, esta foi a resposta Dele do porquê iremos jejuar sob a Nova Aliança? Eles perguntaram a Jesus sobre o jejum. Que tipo de resposta é essa, “Não se põe vinho novo em odres velhos”? (Eu acho que não entendia metade do que Jesus disse nos primeiros anos de meu ministério!).

Mais tarde, finalmente entendi o que Jesus estava dizendo. No momento em que você nasce de novo o seu espírito se assenta em lugares celestiais com Cristo Jesus. Mas, infelizmente, Ele tem que deixar você em uma veste velha ou odre velho – este corpo terreno. Um dia, a trombeta soará e este corpo terreno irá ser transportado de corruptível para incorruptível. Num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. – 1 Coríntios 15:52

Você pode imaginar os nossos corpos sendo glorificados ao mesmo tempo que uma pessoa leva para
piscar? Naquele momento, eu não possuirei mais um corpo que me foi dado dos lombos do primeiro homem Adão. Ao invés disto, eu serei um filho manifestado de Deus, nascido de Jesus Cristo, composto de Espírito, alma e corpo glorificado. O arrebatamento é o próximo acontecimento no
calendário da Igreja de Deus. Mas, enquanto isto, como as gerações dos santos passados podem testificar, nós ainda estamos vestindo vestes velhas ou odres velhos, que estão morrendo dia-a-dia e são capazes de pecar.

Quando eu pertencia àquela igreja ultra-Santa, as pessoas me diziam que era o diabo que me tentava para pecar e eu entendia isto. Mas, eu não entendia o que em mim queria concordar com o diabo!
Eu queria que em Gálatas 5:16 estivesse escrito assim: “Isto eu digo, então, ande no Espírito e todas as contrariedades e desejos da carne irão embora”. Mas, não é isto que está escrito, e sim, Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne. É por isso que Jesus diz, “Quando Eu for levado de vocês, haverá uma mudança de Aliança. Seu espírito estará assentado Comigo. Mas, infelizmente, Eu terei que deixar você em um odre velho. No entanto, tudo ficará bem, porque ao jejuar, você faz o mesmo que adquirir um odre novo.

Este é o efeito do jejum sobre o odre velho, ele irá preservar o seu odre velho para que o vinho novo, Meu poder, possa operar através dele até que Eu lhe dê um novo odre – um corpo glorificado.” É muito triste quando o odre velho de um pregador se rompe em frente ao mundo inteiro, derramando o
vinho novo porque o vaso que o carregava não era forte o suficiente para mantê-lo. Esta situação traz vergonha para o Evangelho. Talvez se aquele pregador conhecesse um pouco mais sobre o jejum, seu odre velho pudesse ter sido mais preservado contra o pecado.

Então, o jejum tem o mesmo efeito que um odre novo teria. O jejum preserva o odre velho contra o pecado. Ele ajuda a mortificar as obras da carne enquanto o vinho novo opera dentro do odre velho.

Pr. Dave Roberson 

quinta-feira, 15 de junho de 2017

O jejum não move Deus


Pessoalmente, eu agradeço a Deus pelo jejum, porque muitas vezes eu cheguei a um lugar onde não
sabia como ir adiante em Deus. Eu não sabia como quebrar as últimas barreiras da carne. Nestas situações, encontrei no jejum uma ferramenta, um meio para chegar ao fim. Ele era o “super-carregador” que eu precisava, combinado com a oração no Espírito Santo, para me levar à vitória.

Mas, cometemos um erro se pensamos que movemos Deus com nosso jejum. Como podemos mover Alguém que já mostrou a Sua vontade de Se mover em nosso lugar? Romanos 8:32 deixa isto tudo muito claro: Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?

O nosso jejum não move Deus; ele nos move a um lugar onde podemos receber de Deus. O jejum destrói o jugo que a carne tem em nossas vidas para que, ao invés de operarmos na carne, possamos operar continuamente no Espírito!

Veja, Deus não é Aquele que está retendo o poder. Se tudo funcionasse da maneira Dele, todos nós
estaríamos amanhã mesmo operando no poder que ressuscita mortos!

Pr. Dave Roberson

domingo, 11 de junho de 2017

Quebrando a Barreira da Carne


Às vezes, não é apenas a nossa falta sutil de fé que constrói uma barreira em nossas vidas, mas também a carne. O diabo irá levantar algum tipo de fortaleza no âmbito de nossa carne como fumar, beber, ter raiva, fofocar ou outros desejos da carne. Então, ele usa aquela fortaleza para nos controlar. Sempre que tentamos receber de Deus ou realizar algo para Ele, o diabo pressiona aquelas áreas para que nos sintamos frágeis e fora de controle. O que fazemos quando isto acontece? Fazemos orações superficiais; vamos à igreja; tentamos ministrar; implementamos maneiras para andar com Deus e substituímos o poder Dele – por muitas coisas – mesmo porque o poder Dele não está presente, devido à barreira carnal em nossas vidas.

Mas, sem melhora alguma, nossas vidas continuam sempre as mesmas. Podemos praticar mais atividades humanas, mas o poder nunca muda. Nossas vidas continuam batendona bar reira da carne.
Então, um dia decidimos orar e jejuar. Começamos com a oração no Espírito Santo e a adoração a Deus. Assim, à medida que o nosso espírito começa a ser edificado, começamos a jejuar. Ao adicionar o jejum a nossa vida de oração, fechamos a porta ao acesso de Satanás para controlar o centro de nossas vidas.

Logo a barreira da nossa carne sobre nossa vida começa a cair. Não demora muito para que a operação da nossa carne esteja no mesmo nível da operação do Espírito em nossas vidas, então, continuamos a orar e jejuar. Finalmente, a operação da carne se subjuga à operação do Espírito; o seu poder é quebrado. Quando isto acontece, a resposta das orações é o resultado automático e as coisas para as quais estávamos orando começam a acontecer.

Começamos a ver respostas para as orações que estiveram adormecidas por anos – até mesmo para as orações que esquecemos, mas que Deus não esqueceu. Neste ponto, se o diabo vier inspecionar aquele “programa de computador” que ele implantou em nossas almas para nos destruir, ele verá que não está mais lá, desapareceu – o programa de Deus o substituiu! Por quê? Porque através do jejum, nós impomos a verdade estabelecida que o nosso “homem velho” foi crucificado com Cristo. A carne não tem mais poder para nos forçar a pecar, pois, liberamos a operação do Espírito.

Pr. Dave Roberson

quinta-feira, 8 de junho de 2017

O Jejum Ajuda a Mover Montes


Em minha busca, de alguma forma eu sabia que a minha resposta se encontrava no que Jesus disse aos Seus discípulos em Mateus 17. Eu encontrei esta resposta no versículo 21: Mas esta casta não se expele senão por meio de oração e jejum. Jesus analisou a situação inteira em uma palavra: “mas”. “Mas” é uma palavra analítica que significa contudo ou todavia. Na verdade, Jesus estava dizendo
que, mesmo que os montes possam ser movidos com fé do tamanho de um pequenino grão de mostarda, nós encontraremos algumas situações que requerem oração e jejum para serem vencidas.

Jesus estava falando aqui sobre um estilo de vida de oração e jejum. A maioria dos pregadores de
libertação antigamente ensinavam e encorajavam aquele tipo de estilo de vida. Hoje não enfatizamos ou damos tanta importância a isso. O resultado? Embora vivamos em uma época da história da Igreja onde colocamos o ensino da Palavra em primeiro plano, muitos estão despreparados para praticá-La, o que inclui expulsar demônios e mover montes de todos os tipos.

Com freqüência, associamos o jejum com libertação de influências demoníacas, devido a essa declaração de Jesus, de que um certo tipo de demônio pode ser expulso apenas com oração e jejum. Mas, Jesus também disse aos Seus discípulos que a razão pela qual este demônio não saía era a incredulidade (v. 20). Então, Jesus não apenas associou o jejum com a libertação de demônios; como também com o mover do seu monte. Ele disse, “Se você tivesse fé como um grão de mostarda, você poderia falar com o monte e ele seria movido e absolutamente nada seria impossível a você.”

Logo após falar isto, Jesus fez a declaração sobre oração e jejum. Isto indica para mim que estas duas
coisas têm algo a ver com me tirar de um lugar de incredulidade – onde meus montes se recusam a mover-se, onde tudo é impossível para mim – para um lugar onde nada é impossível. Por isso, o jejum não move Deus. Deus não é Aquele que está preso em uma barreira invisível. Meu jejum
também não move o diabo; não é ele que possui o meu problema. De alguma forma o jejum lida com a minha incredulidade.

Mas, minha pergunta para Deus por muitos anos foi esta: “O que o jejum tem a ver com a incredulidade?”.De todos os lugares que procurei a resposta, eu a encontrei em Romanos 8:10:
Se, porém, Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o Espírito é vida, por causa da justiça. Se Cristo vive em você, você está qualificado para o resto deste versículo, isto é, o seu espírito é vida. Ele entrou em zoe, sentado em lugares celestiais com Cristo, a vida de Deus.

Mas, note, o mesmo versículo que diz que meu espírito é vida, também declara que meu corpo é morto. Bem, eu sei que meu corpo não está fisicamente morto, porque eu estou nele. Então, a que tipo de “morto” Paulo está se referindo? Para entender esta passagem em Romanos 8, devemos voltar para o que ele disse em Romanos 6:6: Sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o CORPO DO PECADO seja destruído, e não sirvamos ao pecado como escravos. O que é este “corpo do pecado?” É nada mais que a velha natureza herdada do primeiro homem Adão antes
do nosso novo nascimento. Esta é a “natureza do pecado”, o espírito não regenerado dentro de nós antes do nosso espírito passar da morte para a vida, no novo nascimento.

Foi aquela natureza do pecado que costumava energizar os desejos da carne, tais como exaltação própria e o amor ao dinheiro. Então, se Cristo está em você, Deus declarou a natureza do pecado, o “corpo do pecado”, morto, e seu espírito humano nascido de novo, vivo, Nele. Entendemos toda a verdade estabelecida que pertence ao nosso espírito. Por exemplo, sabemos que Jesus foi feito pecado por nós e que nós éramos feitos a justiça de Deus em Cristo (2 Co. 5:21). Estamos agora sentados em lugares celestiais com Cristo Jesus (Ef. 2:6).

Estamos em cima e não debaixo (Dt. 28:13). Contudo, sabemos pouco sobre a verdade estabelecida relacionada a nossa carne. A essência desta verdade é: No momento em que nós nascemos de novo,
Deus declarou o “corpo do pecado” – a natureza do pecado ou o “homem velho” como morto. Está declarado que a carne perdeu sua “fonte de poder” para pecar. Ela perdeu o direito de dominar e não pode mais ditar regras sobre nós. Então, quando você ora no Espírito Santo, adora a Deus e confessa Sua Palavra, você está enfatizando a verdade estabelecida, que: seu espírito está assentado em lugares celestiais com Cristo Jesus.

Quanto mais você ora no Espírito Santo, mais você exerce esta posição de graça. Por outro lado, quando você jejua, você está enfatizando outra verdade estabelecida que é: o “corpo do pecado” foi crucificado com Cristo e sua carne não tem mais poder de ditar regras sobre seu espírito. Assim, quando você começa a jejuar e orar você exerce duas verdades estabelecidas no âmbito do Espírito. Esta é a razão pela qual a oração e o jejum são os poderes gêmeos.

Pr. Dave Roberson

domingo, 4 de junho de 2017

Um Tipo Sutil de Incredulidade


Então, comecei a tentar descobrir a que tipo de incredulidade Jesus estava se referindo. Descobri que é um tipo sutil de incredulidade, que pode nunca ser notada pelas pessoas no decorrer de suas vidas. Se os discípulos soubessem porque eles não conseguiram expulsar aquele diabo, por que eles teriam perguntado a Jesus? Eles não sabiam, então, perguntaram a Ele. Esta incredulidade sutil é uma barreira que o impede de sair da bagunça que está em sua vida ou de realizar algo que Deus queira que você realize.

Enquanto aquela barreira estiver lá, todos os anos serão iguais, até que um dia você perceberá que cinco anos se passaram e a sua unção não mudou; aliás, nada mudou. Você é o mesmo que era há cinco anos. Por quê? Porque você continua operando atrás de uma barreira invisível que está em sua vida sem você saber. E mesmo que você soubesse, não conseguiria quebrá-la com sua própria força.

Deixe-me explicar melhor através de uma situação hipotética. Suponha que cinco crianças aleijadas e
deformadas em cadeiras de rodas são levadas ao meu culto, seus braços e pernas são tortos e suas cabeças inclinadas para um lado. Eu entro e ao começar a pregar vejo estas cinco criancinhas.
Eu não posso culpá-las por não estarem curadas devido à incredulidade delas. Isso não diz respeito à fé delas. Eu também não posso dizer que não é desejo de Deus curá-las, porque mesmo quando os discípulos não puderam expulsar aquele diabo, Jesus mostrou a Sua vontade, quando Ele o expulsou.
Então, vou até elas e imponho as minhas mãos.

Uso de toda a fé que tenho em meu interior. Busco, em toda célula e fibra do meu ser, a fé para derramar sobre estas crianças – mas mesmo assim, elas não são curadas.  De repente, Jesus em Seu corpo glorificado entra naquele local. Eu digo, “Jesus, quero lhe fazer uma pergunta”.
Jesus diz, “Espere um pouco, irmão Roberson”. Então, ele vai até as crianças e as cura, facilmente! Ele vem até mim e diz, “Você tem uma pergunta?”. “Sim, eu tenho. Por que Você não curou aquelas
crianças quando orei por elas?”.

Você acha que Jesus vai dizer algo diferente daquilo que disse aos Seus discípulos? Não, Ele olha para mim e diz a mesma coisa: “Elas não saíram curadas de suas cadeiras de rodas por causa da sua incredulidade, Sr. Roberson”. Eu protesto, “Jesus, isto é impossível! Se existe alguma maneira para ter mais fé, eu já teria. Eu já me virei do avesso; busquei em todas as minhas células. Como você pode dizer que elas não foram curadas por causa da minha incredulidade?”.

“Porque existe um tipo sutil de incredulidade que você não conhece, irmão Roberson”.
Existe uma coisa que descobri sobre Jesus, meu Mestre. Ele nunca mostra um problema sem me dar
uma resposta antes que o ensinamento acabe. Não é suficiente mostrar um problema; eu preciso de uma resposta. Deve existir uma maneira para que eu possa lidar com aquele tipo sutil de incredulidade, para que nada seja impossível para mim.

(Continua...)

Pr. Dave Roberson 

quinta-feira, 1 de junho de 2017

O Que Jesus Ensinou Sobre Jejum


Em Mateus 17 encontramos algo que nos revela o que Jesus ensinou aos Seus discípulos sobre o jejum. Jesus subiu ao que chamamos de Monte da Transfiguração acompanhado de Tiago, Pedro e João. Lá Ele teve uma visitação de Deus. Depois disso, Ele instruiu os três discípulos para não   contarem a nenhum homem sobre o que haviam visto; então, eles deixaram a montanha. Enquanto isso, os outros discípulos estavam tentando expulsar um diabo do filho de um homem, no vale daquela montanha. Os discípulos já haviam expulsado diabos antes sem nenhum problema, mas, agora, eles haviam encontrado um diabo que não queria sair daquela pessoa. Enquanto eles estavam tentando, sem sucesso, uma multidão se reunia em volta deles.

Os discípulos estavam provavelmente se sentindo frustrados, nervosos e envergonhados. Esta foi a
situação com que Jesus, Tiago, Pedro e João se depararam quando voltaram da montanha. E quando chegaram para junto da multidão, aproximou-se dele [de Jesus] um homem, que se ajoelhou e disse:
Senhor, compadece-te de meu filho, porque é lunático e sofre muito; pois muitas vezes cai no fogo e outras muitas, na água.

Apresentei-o a teus discípulos, mas eles não puderam curá-lo. Jesus exclamou: Ó geração incrédula e
perversa! Até quando estarei convosco? Até quando vos sofrerei? Trazei-me aqui o menino. E Jesus repreendeu o demônio, e este saiu do menino; e, desde aquela hora, ficou o menino curado. Então, os discípulos, aproximando-se de Jesus, perguntaram em particular: Por que motivo não pudemos nós expulsá-lo? E ele lhes respondeu: Por causa da pequenez da vossa fé. Pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele passará. Nada vos será impossível.

[MAS ESTA CASTA NÃO SE EXPELE
SENÃO POR MEIO DE ORAÇÃO E
JEJUM.] – Mateus 17:14-21

Então, este homem veio até Jesus e disse, “Senhor Jesus, por favor, tenha misericórdia de meu filho. Ele está louco – está fora de si – e com freqüência um espírito o lança no fogo. Eu o trouxe até os meus discípulos, mas eles não puderam libertá-lo. Note como Jesus respondeu aos discípulos: “Geração incrédula e perversa, por quanto tempo vos sofrerei?”. Em outras palavras, “Por quanto tempo eu terei que fazer isto por vocês?”. Jesus não teria dito isso se não esperasse que Seus discípulos expulsassem aquele diabo.

Jesus repreendeu o diabo e este deixou o menino. Então, os discípulos fizeram o mesmo que Eu teria feito. Eles vieram até Jesus em particular e disseram, “Por que nós não pudemos expulsar aquele diabo?”. (Eu com certeza não teria gritado esta pergunta em meio a multidão, porque Jesus provavelmente responderia gritando: “Por causa da sua incredulidade!”).

Observe novamente a resposta de Jesus no versículo 20:
E ele lhes respondeu: POR CAUSA DA PEQUENEZ DA VOSSA FÉ. Pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele passará. NADA VOS SERÁ IMPOSSÍVEL Jesus disse que a razão pela qual o diabo não
deixava aquele menino era a incredulidade dos discípulos. Então, Ele disse que se eles aprendessem a
lidar com aquela incredulidade, eles poderiam dizer a um monte, “Levante-se daqui!”, e ele os obedeceria.

Finalmente, Jesus disse algo completamente incrível: “Nada será impossível para vocês”.
O que Jesus estava dizendo é que se eu aprender a lidar com aquele tipo específico de incredulidade, eu tenho uma promessa Dele de que nada será impossível para mim. Quando eu descobri esta verdade eu queria saber a que tipo de incredulidade Jesus estava se referindo aqui, para que eu pudesse reconhecê-la e lidar com ela!

(Continua...)

Pr. Dave Roberson 

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Todos Falam em Línguas?


Agora que você entende as quatro variedades básicas de línguas, você consegue entender melhor o que Paulo estava falando em Primeira Coríntios 12:29 e 30 quando ele faz diversas perguntas. Ele começa perguntando, Porventura, são todos apóstolos? Ou, todos profetas? São todos mestres? Ou operadores de milagres? (v. 29). A resposta correta para estas perguntas é; “Claro que não”. Quem são estes “operadores de milagres” de que Paulo está falando? Eles são aqueles que operam nas obras de milagres, um dos dons do Espírito Santo que qualifica as cinco funções.

Não, nem todos são chamados para ter o dom do Espírito operando em suas vidas a ponto de qualificá- los para as cinco funções do ministério. Porém todos no Corpo de Cristo são chamados para cumprir a missão do crente encontrada em Marcos 16:16-18: falar em novas línguas, impor as mãos sobre enfermos e vê-los curados, e expelir demônios. E por vezes, de acordo com a medida da vontade do Espírito, a operação de milagres pode estar incluída!

Alguns exemplos de ministros que foram qualificados pelo Espírito para a operação de milagres nas cinco funções incluem William Branham, George Jeffreys, Maria Woodworth-Etter e Kathryn Kuhlman.Cada um destes ministros do Evangelho permaneceram numa obra ordenada por Deus que foi capacitada por uma certa mistura dos nove dons do Espírito. Então quando Paulo diz “São todos operadores de
milagres?” a resposta é não. Então no versículo 30, ele continua e pergunta: Têm todos dons de curar? [Não,é claro que não.] Falam todos em outras línguas?
Interpretam-nas todos?

Por um momento quisera eu que Paulo deixasse de fora a pergunta sobre línguas. Na verdade, muitas pessoas que não acreditam em falar em línguas nos dias de hoje usam este versículo como um argumento para o caso deles. A última vez que encontrei alguém que fez isto foi em um casamento. Sem ter a intenção, eu acabei me desentendendo com uma avó colérica. Ela veio bem na minha frente e perguntou, “Qual é a sua denominação?”.

Ela estava interessada porque eu era o ministro que estava casando o neto dela. Mencionei os nomes de alguns pregadores famosos na época, pensando que talvez ela os reconheceria. Contudo, ela não tinha ouvido falar de nenhum deles. Então perguntei se ela conhecia as Assembléias de Deus. Ela disse, “Ah, sim, aquela gente carismática. Você é daqueles. Bom, você tem o seu lugar”. Eu perguntei, “O que a senhora quer dizer com isso?”. Ela explicou que tinha aprendido tudo isto pela sua
formação da igreja. Ela tinha aprendido que, de acordo com Primeira Coríntios 12:28 e 29, Deus estabeleceu uns no Corpo como apóstolos, outros como profetas ou mestres, mas que nem todos são chamados para toda obra.

Aí ela foi para Coríntios 12:30: Têm todos dons de curar? Falam todos em outras línguas? Interpretam todos? Eu perguntei a ela, “Bom, falam todos em outras línguas?”. Ela respondeu, “Não, isto está listado bem aqui com todas as outras obras. Ninguém tem a obrigação de falar em línguas”. Aquilo era o seu entendimento que todos somos chamados para nosso lugar único e especial na parte do Corpo no qual nos sentimos confortáveis. Eu disse, “Não senhora, somos todos chamados para o mesmo Corpo. Foram os homens que trouxeram as divisões”. “Está bom então”, ela replicou, “por que diz então, ‘Falam todos em outras línguas?’

Paulo não teria feito esta pergunta se todos tivessem que falar em línguas!” Devo admitir que não tive resposta para aquela vovozinha naquela hora. E como eu disse, teria sido melhor se Paulo tivesse deixado de fora do versículo aquela pergunta. Mas ele não deixou, então acabei tendo que lidar com isso.

Finalmente notei a próxima pergunta que Paulo faz no versículo 30: “Interpretam-nas todos?”, e me dei conta que ele estava falando da segunda variedade de línguas, línguas para interpretação. Ele não estava se referindo ao dom de línguas para nossa edificação
pessoal. Então Paulo está perguntando, “Todos operam em línguas e interpretam em uma assembléia pública?”. A resposta é um não definitivo. Nem todos são chamados
para operar naquela variedade de línguas. Mas todos são chamados por Deus para falar em línguas para edificação pessoal, a qual é a variedade número um das línguas.

Pr. Dave Roberson

Aqueles que obedecem a Mim e ouvem a Minha voz são aqueles que Eu levarei de glória em glória. Mas lembre-se, seu tempo não é medido damaneira que Eu o meço, porque o Meu é eterno. Esperarei quanto for necessário, mas seu tempo será colocado dentro de um breve espaço de tempo de homens e mulheres. Algumas vezes houve aqueles que passaram suas vidas em oração e outros que ceifaram do seu trabalho. Mas à medida que você deseja ver Minha glória, mesmo durante o breve tempo de sua vida, Eu moverei desta maneira. A intensidade de Me buscar é como você Me libera.
(Espírito Santo)