quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Quem sabe o valor não calcula o preço. Honra nunca é desperdício.


Quem desonra tenta explicar com lógica o que só se discerne por revelação. Pessoas com mentalidade de escassez criticam o sacrifício que nunca fariam.

Evangelho de João 12:1–8

Evangelho de Mateus 26:6–13

Evangelho de Marcos 14:3–9

Depois, medite nesses textos à luz de tudo que será falado aqui, porque, se você entrar nesse entendimento, sua mente vai mudar e você passará a enxergar as coisas da terra com os olhos de Jesus.

Leitura do texto (João 12:1–8 – resumo organizado)

Seis dias antes da Páscoa, Jesus foi a Betânia, onde estava Lázaro, a quem Ele havia ressuscitado dos mortos. Fizeram-lhe ali uma ceia. Marta servia, e Lázaro estava entre os que estavam à mesa com Ele.

Maria tomou uma libra de unguento de nardo puro, de grande valor, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com os cabelos. A casa se encheu com o perfume do unguento.

Então Judas Iscariotes disse: “Por que não se vendeu este perfume por trezentos denários e não se deu aos pobres?” Ele disse isso não porque se importava com os pobres, mas porque era ladrão e furtava da bolsa.

Jesus respondeu: “Deixa-a. Ela guardou isso para o dia da minha sepultura. Porque os pobres sempre tendes convosco, mas a mim nem sempre me tendes.”

A atitude revela o que há no coração.

Essa mulher pegou o que tinha de mais valioso — algo equivalente ao salário de um ano inteiro — e colocou aos pés de Jesus, porque reconheceu quem Ele era.

Ela demonstrou, por meio de uma atitude, aquilo que havia em seu coração.

Muitas vezes dizemos que cremos em algo, mas nossas atitudes dizem o contrário. Tudo aquilo que você realmente crê produz uma ação. Tudo aquilo que você crê por revelação produz transformação.

Por isso, a transformação é pela fé. 

Dois corações revelados: Maria e Judas

Judas se escandalizou porque era avarento e ladrão. Ele viu a prosperidade daquela mulher como desperdício.

Maria viu Jesus como alguém de valor infinito.

Aqui aparecem dois corações: o coração da honra (Maria); o coração da desonra (Judas).

Se você se identifica com Judas, hoje é dia de arrependimento e mudança de mente.

Se você se identifica com Maria, hoje é dia de glorificar a Deus e continuar vivendo essa verdade.

Mentalidade de riqueza x mentalidade de escassez

Maria tinha: mentalidade de riqueza; mentalidade de honra; mentalidade de revelação.

Você só reconhece Jesus por revelação. Sem revelação, a pessoa permanece presa a uma mentalidade limitada sobre prosperidade, dinheiro e bens.

Isso atrapalha profundamente a vida de muitos cristãos.

Expressão prática da fé: generosidade extravagante A fé verdadeira sempre gera uma expressão prática.

A expressão prática de Maria foi: generosidade extravagante. Honra não é moeda, honra é caráter.

Quem tem caráter de honra: entrega sem limites; não negocia a entrega; não espera retorno; não age por interesse.

Já quem tem entrega limitada: oferta esperando algo em troca; age por carência; tem comportamento controlado; vive com expectativas humanas.

O amor verdadeiro não espera nada em troca. Quem ama, faz porque ama. Quem honra, faz porque honra.

Um culto a Deus em seu coração. Um ato de adoração!!

Provavelmente Maria olhou para sua casa e escolheu o que tinha de mais precioso para expressar sua gratidão, sua alegria e sua revelação. Ela não quis perder aquele momento.

Assim como ela, muitas vezes, quando recebo alguém em minha casa que reconheço como homem ou mulher de Deus, eu procuro dar algo que tenha valor para mim: algo ligado às minhas viagens, lembranças, presentes importantes.

Não é o valor financeiro apenas, é o valor emocional e espiritual. Sempre lembro desse texto como libertação da minha mente, porque Maria reconheceu algo e decidiu agir.

Duas opções diante dessa palavra. Se esta mensagem está incomodando você, há duas opções: ser livre hoje; ou permanecer com a mesma mentalidade e parar de ouvir.

Características da mentalidade de Maria

A visão que Maria tinha de Jesus era: valor infinito. A fé se interpreta pelas atitudes e comportamentos. A fé que não gera ação é o que Paulo chama de fé fingida: você diz que crê, mas suas atitudes negam o que sua boca confessa.

Quem desonra tenta explicar com lógica o que só se discerne por revelação.

Pessoas com mentalidade de escassez criticam o sacrifício que nunca fariam.

Maria viu Jesus por revelação. Judas viu Jesus apenas com lógica humana.

A diferença não estava no perfume. Estava no coração. Maria reconhece a identidade e o propósito de Jesus Maria reconheceu a identidade e o propósito de Jesus.

A prova disso está no que o próprio Jesus declarou: “Deixai-a; para o dia da minha sepultura guardou isto.”

Ele estava se referindo ao perfume de nardo, ao unguento.

Isso revela a interpretação espiritual da atitude de Maria: ela discerniu quem Jesus era e o propósito do que estava fazendo.

A generosidade sempre tem propósito.

A generosidade é: uma característica do coração, uma expressão de amor, uma expressão de honra.

Palavras sem ação não manifestam fé. Palavras têm poder, mas não se manifestam sem uma ação de fé.

Eu posso dizer: “Eu te amo, eu te amo, eu te amo.”

No casamento, por exemplo, eu posso dizer todos os dias à minha esposa: “Eu te amo, meu amor.”

Mas se meu comportamento contradiz minhas palavras — se eu trato mal, grito, desconsidero, negligencio — então minhas atitudes negam o que eu confesso com a boca.

O mesmo vale para: finanças, dízimos, ofertas.

Muitos dizem: “Eu amo Jesus. Minha empresa é consagrada a Jesus.”

Mas a pergunta é: Se é consagrada, ela pertence a Ele?

Então o que essa empresa tem produzido para o Reino de Deus?

Quanto essa empresa participa: da salvação de pessoas, da edificação, da cura, das ações sociais? Se a pessoa não é dizimista nem ofertante, suas palavras não condizem com seu comportamento.

Por isso eu sempre digo: “Quem é contra o dízimo, não dê. Quem é contra a oferta, não dê.”

Mas então também não fale de: generosidade, colheita, bondade, semeadura.

Porque o evangelho começou com uma doação: Deus enviou Seu Filho para morrer por nós.

Foi uma semeadura, e a colheita é infinita, pois todos os dias alguém nasce de novo por causa da cruz.

Quando o discurso é diferente da prática

Quando alguém fala muito sobre coisas que não são visíveis em sua própria vida, a mensagem se torna corrompida aos olhos de quem ouve.

Tenho vivido isso na prática com meus livros há quase três anos.

Muitos pastores e irmãos pegaram caixas de livros para revender e: não venderam, não pagaram, não deram satisfação. Alguns ficaram um ano ou mais com os livros. Quando eu procuro, sempre há uma desculpa diferente.

Eu digo: “Então doe os livros para alguém.”

Mas a pessoa não doa, não vende, não devolve, não empresta.

Isso revela falta de palavra, falta de postura e falta de comportamento.

Quando vejo alguém assim pregando no púlpito, a pergunta é: essa pessoa tem credibilidade?

As pessoas perguntam: “Mas o pregador precisa ser perfeito?”

Não.

Ele precisa ter integridade. Integridade é resolver pendências. Integridade nas dívidas e nos compromissos.

Se eu devo alguém, não há problema. Todos podem passar por dificuldades.

Mas a atitude correta é: procurar a pessoa, abrir o jogo, renegociar, falar a verdade.

O erro é: sumir, inventar desculpas, enrolar, bloquear, não dar satisfação.

Muitas vezes preferi negociar com banco e cartão de crédito do que dever a um irmão, para não prejudicar ninguém.

Mesmo pagando juros, eu sei que estou resolvendo minhas responsabilidades. Nossa postura vale mais do que nossas palavras. Triste realidade dentro do meio cristão.

Estou no evangelho há 15 anos e no ministério há 14 anos. É triste, muitas vezes, lidar financeiramente com irmãos.

Isso não é para expor pessoas, mas para mostrar que:

o problema não é falar de prosperidade, o problema é a hipocrisia.

Há dois extremos: quem vive bem e é contra falar de dinheiro; quem vive na escassez e também é contra falar de dinheiro.

Os dois são hipocrisia.

Sobre dízimos e honra espiritual. Muitos pastores pregam sobre dízimos e ofertas, mas não são dizimistas.

Dizem: “Isso é pirâmide.”

Mas não é pirâmide, é ordem espiritual: pai, filho, neto, bisneto. O pastor recebe da igreja e também honra seu pastor.

A Bíblia ensina: compartilhar com quem nos instrui, honrar presbíteros com dupla honra. 

(1 Timóteo 5:17–18) “Devem ser considerados dignos de dupla honra os presbíteros que governam bem, principalmente os que trabalham na palavra e no ensino.

(Gálatas 6:6) “O que está sendo instruído na palavra reparta todas as coisas boas com aquele que o instrui.”

A oferta é guiada pelo Espírito Santo. Quem discorda não tem problema, mas então não pregue sobre isso.

O uso dos recursos segundo Maria

O que a atitude de Maria revela?

Uso dos recursos: Investimento no eterno. 

Interpretação espiritual: O que é caro no natural é pequeno comparado ao Reino.

Atitude emocional de Maria

Maria tinha: gratidão profunda, memória de milagre (a ressurreição de Lázaro).

Ela não esqueceu o que Jesus havia feito por sua família.

Postura diante das críticas

Qual foi a postura de Maria?

Silêncio e coragem.

Ela não deixou de honrar Jesus por causa da opinião das pessoas. Quantas vezes deixamos de fazer algo que honra a Deus por medo do que os outros vão pensar?

Exemplo:

Um amigo queria nos abençoar no casamento emprestando um carro para a lua de mel.

Mas foi convencido por outros a não fazer. Ele tinha um propósito no coração, mas deixou a opinião alheia ser maior do que aquilo que Deus colocou dentro dele.

Maria: discerniu por revelação, investiu no eterno, agiu com gratidão, honrou com coragem.

Judas: criticou por lógica, viu desperdício, revelou um coração de escassez.

A diferença não estava no perfume.

Estava no coração.

Quem honra não discute, apenas manifesta

Quando alguém vem questionar ou criticar, você não precisa responder nada.

Você simplesmente vai e faz o que tem que fazer.

Quem conhece o valor não calcula o preço.

Honra nunca é desperdício.

Agora vamos comparar isso com a atitude de Judas Iscariotes.

A postura interna de Judas era marcada por: mentalidade de escassez, desconfiança, desonra.

Lembro de uma vez em que eu enviava dinheiro para uma pessoa na África e ficava pensando:

“Essa conversa está estranha… isso não está batendo…"

Mas o Espírito Santo falou comigo: “Você está abençoando a pessoa. O que ela faz com o dinheiro não é sua responsabilidade. Sua ação é abençoar, não administrar a vida dela.”

Muitas vezes queremos fiscalizar aquilo que Deus apenas nos mandou semear.

Judas era o tesoureiro: Quando a mulher veio e honrou Jesus Cristo, ele pensou: “Esse dinheiro todo foi jogado fora. Poderia ser vendido e dado aos pobres.”

Mas se fosse dado a ele, você acha que ele daria aos pobres?

Ou ficaria com o dinheiro para si mesmo?

Jesus o chamou de ladrão. A crítica nasce da escassez. Muitos críticos vivem na falta. Tudo o que atacam, escolhem para si.

Eles criticam: pastores que prosperam, pessoas que ofertam com generosidade, quem presenteia, quem honra. E permanecem na escassez. Isso é uma questão de semeadura e de coração.

O valor da oferta de Maria. Se trouxermos para hoje, a mulher ofertou o equivalente a: um ano inteiro de salário.

Algo como: “Jesus, aqui está uma oferta de R$ 18.000.”

Judas representa muitos irmãos e até líderes que, ao verem isso, dizem: “Não pode! Isso é exagero!”

Mas Jesus não repreendeu a mulher. Ele repreendeu Judas.

Generosidade extravagante. A mentalidade de Maria de Betânia era: generosidade extravagante, entrega ilimitada, honra verdadeira.

Quem é ofertante extravagante causa escândalo nos que têm mentalidade de Judas.

Muitos dizem: “Isso poderia virar cesta básica.”; Mas isso é oferta de honra, não substitui ações sociais.

Você pode fazer as duas coisas.

Quem tem mente de Judas quer trocar uma coisa pela outra. Quem tem mente de Maria faz ambas.

Características da mentalidade de Judas

Mentalidade interna: escassez, desconfiança, desonra.

Comportamento externo: crítica, racionalização, discurso religioso para justificar a falta de honra.

Interpretação espiritual: Quem não honra tenta gerir o que nunca entrega. Ou seja, o discurso de “boa administração” muitas vezes é apenas retenção.

O discurso social aparente. Judas usava um discurso de: “Vamos ajudar os pobres.”; Mas nunca ajudou os pobres. Era um discurso religioso para justificar seu interesse pessoal.

Onde não há honra, há ocultação. Onde não há honra, não se desfruta da mesma unção.

Mentalidade de escassez x mentalidade de prosperidade

Pegue duas pessoas: uma com mente escassa, outra com mente próspera.

Dê R$ 1 milhão para cada uma.

Depois de seis meses, você saberá quem é quem: o próspero transforma em algo produtivo, o escasso consome tudo em prazer momentâneo.

O próspero multiplica: gera salvação, gera edificação, gera crescimento.

O escasso: retém por medo, ou gasta sem produzir nada.

Experiência pessoal: 

Por muitos anos, eu vivi bem financeiramente, mas com mente escassa.

Tudo que entrava na minha mão virava prazer momentâneo: viagem, roupa, restaurante, consumo. Depois acabava, e não sobrava nada.

Quando entendi isso, passei a viver diferente: Tudo o que Deus coloca na minha mão, eu transformo em algo.

Ou: em oferta, em livros, em projetos, em multiplicação. Prosperidade não é só dinheiro. É o que você faz com o que recebe.

Ajuda social com propósito. Ajudar os necessitados é papel da igreja. Mas ajudar sem gerar oportunidade não resolve o problema. Se você ajuda alguém sem dar meios para ela sair daquela condição, você não está ajudando de verdade.

Quem oferta, oferta porque tem renda. Quem trabalha, pode semear.

Ministério também é trabalho: estudar, ensinar, escrever, gravar, preparar. Tudo isso é trabalho.

Motivação de Judas

A motivação de Judas era: interesse pessoal, avareza, religiosidade sem verdade. Ele não se alegrou com a honra feita a Jesus.

Ele criticou.

A reação revelou sua motivação.

Onde não há honra, não se desfruta da mesma unção.

Judas andou com Jesus por três anos, mas a convivência sem revelação anulou a percepção de quem Jesus era.

Maria teve revelação. Judas teve apenas lógica.

A diferença não estava no perfume.

Estava no coração.

Unção, frequência e revelação

Hoje, os coaches chamam isso de frequência.

Os neopentecostais chamam de unção.

Os reformados dizem que isso não existe.

Eu sou adepto da unção. Eu entendo o que a palavra significa e como ela opera. Já li muitos livros sobre esse tema, como os de Kenneth Hagin, e Dave Roberson, compreendo quando e como ela funciona.

Os reformados continuam sendo meus irmãos, mas infelizmente não têm essa compreensão. Para eles, essa conversa de unção é “papagaiada neopentecostal”. Essa é a opinião deles — e todos têm direito à sua opinião, inclusive eu.

Hoje, alguns chamam isso de frequência por uma abordagem mais científica. Eu estudei o que é frequência e como ela atua no corpo físico e emocional. Cientificamente falando, o corpo humano tem cerca de 70% de água e funciona com impulsos elétricos. Assim como um rádio capta uma estação distante, faz sentido compreender que existe uma dimensão energética na forma como Deus opera em nós.

Quem não concorda, não desfruta. Quem concorda e entende, desfruta.

Todos estamos debaixo do mesmo amor de Deus. Não somos melhores ou piores por entender ou não essas coisas. A diferença está no quanto desfrutamos daquilo que Deus propôs para nossa vida, segundo o dom e o propósito com que Ele nos criou.

Deus não fez algo em você apenas para você. Ele fez para que, através de você, isso se propague a outros.

Percepção de Jesus

Maria de Betânia via Jesus como: Senhor digno de tudo.

Judas Iscariotes via Jesus como: um líder comum, negociável.

Judas via Jesus como o povo de Nazaré via: “o filho do carpinteiro”.

Jesus chegou a Nazaré e não pôde fazer muitos milagres ali, porque o povo não reconheceu a unção messiânica que estava sobre Ele. Isso é revelação.

Quem é visto como comum, não é desfrutado em sua unção. Não é sobre a pessoa, é sobre o que Deus dá a ela para um propósito.

Honra e desfrute espiritual

Existe uma frase conhecida: “Você recebe da unção que você respeita.”

Quem não crê nisso, simplesmente não desfruta.

É como a oração em línguas: quem não crê, não ora. Quem crê, pratica.

Você continua sendo filho de Deus, mas não desfruta do benefício daquela operação espiritual.

A unção é ferramenta de trabalho: A unção não será necessária na eternidade.

Ela é uma ferramenta para o tempo presente: para sinais, maravilhas, curas, edificação, salvação.

Aqui na terra, ela é instrumento para que os incrédulos creiam.

Sempre que você honra a unção, você desfruta da operação dela.

Mentalidade de Maria x mentalidade de Judas

Maria:  mente de abundância, silêncio, entrega, revelação, honra.

Judas: mente de escassez, crítica, julgamento, racionalização, discurso religioso.

Pessoas com mentalidade de escassez criticam o sacrifício que nunca fariam. Quem não enxerga valor sempre chamará a honra de desperdício.

Crítica e autoanálise

A Bíblia mostra um exemplo claro da pessoa crítica: Judas.

Você não é Judas, você é filho de Deus.

Mas se vive em crítica constante — criticando pastor, igreja, dízimo, oferta — você está com o mesmo tipo de coração.

Judas andou com Jesus, mas não estava no mesmo espírito. Tem gente no púlpito, mas não anda com Jesus.

O Espírito de Deus: reparte, reconhece, ama, entrega.

Não é: avarento, crítico, julgador, fofoqueiro.

Leitura da Bíblia segundo o coração

Existem duas formas de ler a Bíblia: Para confirmar o que eu já penso. Para ser transformado.

Se minha mente é escassa, eu leio a Bíblia como Judas.

Se minha mente é abundante, eu leio como Maria.

A mesma Bíblia pode ser usada de formas diferentes. Tudo depende da ótica.

Jesus não disse a Maria: “Você deveria ter vendido o perfume e dado aos pobres."

Quem disse isso foi Judas. E Jesus o repreendeu.

Jesus expôs o coração de Judas e imortalizou o ato de Maria.

O resultado da atitude de Maria: memória eterna.

O resultado da atitude de Judas: traição, ruína.

Judas expulsou demônios, curou enfermos e pregou o evangelho, mas não estava no mesmo espírito de Jesus Cristo.

Ele andava ao lado de Jesus, mas não estava com Jesus no coração.

Uma ação produziu dois efeitos: o ato da mulher foi imortalizado, o coração de Judas foi revelado.

A verdadeira prosperidade começa onde a honra se manifesta.

Oferta não é sobre dinheiro, é sobre: revelação, identidade, adoração.

Quem não enxerga valor sempre chamará a honra de desperdício.

Pessoas com mentalidade de escassez criticam o sacrifício que nunca fariam.

Oração final

Pai, nós Te louvamos e Te agradecemos por esta palavra.

O Teu amor se manifesta por atitudes e ações.

Que o Senhor quebre toda mentalidade de escassez, limitação e avareza.

Repreendo em minha mente agora o espírito de medo que aprisiona.

Que o Espírito de revelação e sabedoria tome a minha mente para que eu veja a verdade e seja livre.

Declaro um milagre financeiro e espiritual na minha vida, para confirmação da Tua verdade, em nome de Jesus Cristo.

Amém.

Leonardo Lima Ribeiro 


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Quem sabe o valor não calcula o preço. Honra nunca é desperdício.

Quem desonra tenta explicar com lógica o que só se discerne por revelação. Pessoas com mentalidade de escassez criticam o sacrifício que nun...