Há uma diferença profunda entre conhecer a linguagem da fé e viver pela fé.
Podemos frequentar ambientes cristãos, ler muitos livros, ouvir muitas pregações, fazer cursos, estudar teologia, aprender princípios de liderança, empreendedorismo, relacionamento, finanças e desenvolvimento pessoal e, ainda assim, chegar a um lugar em que descobrimos uma verdade desconcertante: sabemos muito mais sobre a fé do que realmente sabemos viver pela fé.
Talvez essa seja uma das descobertas mais importantes da maturidade espiritual.
Quanto mais eu oro, quanto mais leio as Escrituras, quanto mais estudo e quanto mais caminho com Deus, mais percebo a minha dependência dele. Não é que o conhecimento seja inútil. Pelo contrário. O conhecimento pode ser uma ferramenta maravilhosa. O problema começa quando aquilo que deveria ser ferramenta passa a ocupar o lugar da confiança.
Paulo escreveu: “Se alguém pensa que conhece alguma coisa, ainda não conhece como deveria conhecer.” 1 Coríntios 8:2
Existe um conhecimento que aumenta nossa dependência de Deus e existe um conhecimento que aumenta nossa confiança em nós mesmos.
O primeiro produz maturidade. O segundo pode produzir orgulho. E há momentos em que Deus permite que nossas fórmulas falhem justamente para nos mostrar em quem realmente estamos confiando.
Quando as nossas fórmulas deixam de funcionar
Existe uma fase da vida em que aprendemos determinados princípios e começamos a aplicá-los.
Lemos um livro e aplicamos. Participamos de uma mentoria e aplicamos. Aprendemos uma estratégia e aplicamos. Fazemos um curso e aplicamos. Oramos mais. Jejuamos mais. Trabalhamos mais. Tentamos melhorar nosso comportamento. Tentamos mudar nossa mentalidade. Tentamos construir relacionamentos. Tentamos criar oportunidades. Tentamos desenvolver nossa influência. E muitas dessas coisas funcionam.
Até o dia em que não funcionam.
Chega uma circunstância para a qual não existe uma fórmula pronta. Você pode ter estudado bastante e não saber o que fazer. Pode ter trabalhado muito e não conseguir produzir o resultado que deseja. Pode ter feito tudo aquilo que as pessoas disseram que deveria fazer e ainda assim encontrar uma porta fechada.
É nesse lugar que uma pergunta aparece: Em quem eu realmente estou confiando?
Porque enquanto tudo funciona, podemos confundir princípio com poder. Podemos acreditar que o resultado veio exclusivamente porque fizemos tudo corretamente. E então nasce uma espécie de meritocracia espiritual.
A pessoa começa a pensar: “Eu consegui porque fiz.” “Eu prosperei porque trabalhei mais.” “Eu venci porque fui disciplinado.” “Eu cheguei aqui porque sou inteligente.” “Eu tenho influência porque sou melhor.” “Eu tenho recursos porque sou mais competente.” Talvez você tenha trabalhado muito.
Talvez tenha sido disciplinado.
Talvez tenha estudado. Talvez tenha tomado boas decisões. Tudo isso pode ser verdade.
Mas a pergunta continua: De onde vieram as condições para que você pudesse fazer tudo isso?
Quem lhe deu vida? Quem lhe deu capacidade? Quem lhe deu oportunidades? Quem sustentou você quando você nem sabia que estava sendo sustentado? Quem abriu portas que você sequer sabia que existiam? Quem impediu circunstâncias que você jamais soube que poderiam ter acontecido?
Existe uma dimensão da realidade que o esforço humano não consegue explicar.
E é justamente nessa dimensão que precisamos compreender a fé.
A FÉ NÃO É UMA EXTENSÃO DO ESFORÇO HUMANO
A fé não é simplesmente fazer mais uma coisa. Essa compreensão muda tudo. Porque, quando transformamos a fé em mais uma técnica, ela deixa de ser confiança e passa a ser desempenho.
A pessoa começa a pensar: “Se eu orar mais, Deus fará.” “Se eu jejuar mais, Deus fará.” “Se eu ofertar mais, Deus fará.” “Se eu trabalhar mais, Deus fará.” “Se eu fizer tudo corretamente, Deus será obrigado a responder.”
Isso parece espiritual, mas pode esconder uma mentalidade profundamente meritocrática.
A pessoa não está mais descansando em Deus. Está tentando construir uma relação de causa e efeito com Deus.
Como se Deus fosse uma máquina: eu coloco determinada quantidade de esforço; Deus precisa produzir determinado resultado. Mas a fé não funciona assim. A fé não transforma Deus em nosso funcionário. A fé nos coloca em uma posição de confiança diante daquele que continua sendo Deus.
Por isso Hebreus declara: “Nós, porém, que cremos, entramos no descanso.” Hebreus 4:3
O descanso não significa passividade. Descanso significa cessar a tentativa de ocupar o lugar que pertence a Deus. Você trabalha. Você estuda. Você empreende. Você planeja. Você se prepara. Você administra. Você serve.
Mas você não transforma nenhuma dessas coisas em seu salvador. Porque existe uma diferença entre responsabilidade e controle. Você tem responsabilidade sobre aquilo que Deus colocou em suas mãos. Mas você não tem controle absoluto sobre sua vida. E reconhecer isso não é fraqueza. É maturidade.
A ANSIEDADE E O PROBLEMA DA CONFIANÇA
Quando estamos realmente convencidos de que precisamos controlar tudo, a ansiedade encontra espaço. A inquietação frequentemente revela uma tentativa interior de controlar aquilo que não podemos controlar.
Jesus ensinou: “Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida?” Mateus 6:27
A questão não é simplesmente sentir ansiedade como uma emoção humana. A vida humana possui sofrimento, incerteza, medo e vulnerabilidade.
O ponto é outro: O que fazemos quando percebemos que não temos controle?
Podemos tentar controlar ainda mais. Ou podemos aprender a confiar. Jesus apresenta o Pai como aquele que conhece nossas necessidades. Ele fala das aves do céu. Fala dos lírios do campo.
E então conduz seus discípulos a uma conclusão: “Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas.” Mateus 6:33
A fé não começa quando conseguimos controlar o amanhã. A fé começa quando entregamos o amanhã àquele que já está lá.
O DESCANSO NÃO É INÉRCIA
Existe um erro igualmente perigoso: pensar que confiar em Deus significa não fazer nada.
Não significa.
José não ficou sentado esperando o sonho se cumprir. José trabalhou. José administrou. José serviu. José interpretou sonhos. José exerceu responsabilidade.
Mas existe uma frase que aparece repetidamente na narrativa de sua vida: “O Senhor estava com José.” Gênesis 39:2
José fazia. Mas Deus estava com José. José administrava. Mas Deus estava com José. José enfrentava circunstâncias injustas. Mas Deus estava com José. José foi vendido. Foi acusado. Foi preso. E ainda assim Deus continuava presente. Isso é muito importante porque desmonta uma ideia superficial de fé.
Fé não significa ausência de processos difíceis. Fé significa que o processo difícil não tem autoridade para cancelar aquilo que Deus está realizando. José não poderia controlar a sequência dos acontecimentos. Ele não escolheu ser vendido. Não escolheu ser escravo. Não escolheu ser acusado injustamente. Não escolheu a prisão. Não escolheu quando sairia da prisão. Mas, em cada etapa, Deus continuava conduzindo a história.
José não tinha o mapa. Mas Deus tinha.
E talvez seja justamente isso que esteja faltando em muitas pessoas: queremos conhecer o caminho inteiro antes de dar o próximo passo.
Deus frequentemente nos pede o próximo passo.
DEUS NÃO PRECISA DA NOSSA CAPACIDADE PARA CUMPRIR O QUE ELE PROMETEU
Existe algo fascinante na história bíblica. Deus faz promessas que parecem maiores do que as circunstâncias disponíveis para cumpri-las. Ele promete a Abraão uma descendência. Promete a Davi um reino. Promete um Salvador. E a história humana inteira parece incapaz de garantir o cumprimento dessas promessas.
Mas elas acontecem. A encarnação de Cristo é o maior exemplo. O nascimento de Jesus não aconteceu porque todas as circunstâncias humanas estavam perfeitamente alinhadas. A promessa atravessou gerações. Impérios surgiram. Impérios desapareceram. Governos mudaram. Pessoas nasceram. Pessoas morreram. Mas aquilo que Deus havia determinado encontrou seu cumprimento.
Isso revela algo sobre Deus: o cumprimento daquilo que Ele determina não depende da nossa capacidade de controlar todas as variáveis.
Isso não significa que Deus tenha determinado cada detalhe da vida de cada pessoa de maneira mecânica. Significa que a soberania de Deus é maior do que a nossa capacidade de compreender ou controlar a realidade. E essa verdade produz descanso.
A FÉ NÃO PRODUZ PRIMEIRO UM COMPORTAMENTO; ELA TRANSFORMA O CORAÇÃO
Existe uma inversão muito comum.
As pessoas dizem: “Primeiro eu preciso mudar.” “Depois preciso organizar minha vida.” “Depois preciso mudar minha mentalidade.” “Depois preciso melhorar meu comportamento.” “Depois talvez consiga viver pela fé.”
O evangelho apresenta outra dinâmica.
A fé alcança o interior. E o interior transformado começa a produzir uma nova maneira de viver.
Paulo fala de uma transformação pela renovação da mente: “Sejam transformados pela renovação da sua mente.” Romanos 12:2
A fé não elimina a responsabilidade humana. Ela muda a fonte dessa responsabilidade. Eu não obedeço para tentar comprar o amor de Deus. Eu obedeço porque fui alcançado pelo amor de Deus. Eu não sirvo para provar meu valor. Eu sirvo porque minha identidade não depende mais de provar meu valor. Eu não sou generoso para convencer Deus a me abençoar. Eu posso ser generoso porque já aprendi a confiar no Pai.
Essa diferença é gigantesca.
QUANDO A GRAÇA É SUBSTITUÍDA PELA MERITOCRACIA
A meritocracia pode ser útil como conceito para descrever determinados sistemas humanos de recompensa por desempenho.
O problema aparece quando essa lógica é transferida para a relação com Deus. Porque então começamos a medir espiritualidade por resultados visíveis. Quem prosperou mais parece ter mais fé. Quem tem mais dinheiro parece ter mais favor. Quem possui mais influência parece ter mais aprovação divina. Quem alcançou mais parece ter obedecido melhor. E, silenciosamente, a glória deixa de apontar para Deus e começa a apontar para o homem.
Paulo pergunta: “O que você tem que não tenha recebido?” 1 Coríntios 4:7
Essa pergunta deveria destruir boa parte da nossa arrogância. Porque mesmo aquilo que conseguimos construir com nossas próprias mãos foi construído utilizando recursos que não criamos. Nossa inteligência não nasceu de nós. Nossa capacidade não nasceu de nós. Nossa oportunidade não nasceu de nós. Nossa existência não nasceu de nós.
A graça precede o desempenho.
E quando esquecemos isso, começamos a transformar bênçãos em troféus.
JOSÉ E A ILUSÃO DO AUTORRECONHECIMENTO
Pense novamente em José.
Seria possível olhar para a história dele e dizer: “José venceu porque era muito competente.” Sim, José demonstrava competência.
Mas o texto bíblico insiste em colocar Deus no centro. O Senhor estava com José. Isso muda a interpretação. José não era incompetente. Ele era competente e dependente. Essa é uma combinação poderosa. A fé não exige que você seja incompetente para depender de Deus. Você pode ser excelente e ainda assim depender. Você pode estudar e depender. Você pode administrar e depender. Você pode empreender e depender. Você pode ter dinheiro e depender. Você pode ter influência e depender.
O problema não é possuir recursos.
O problema é transformar recursos em fonte de segurança absoluta.
RIQUEZA SEM CONTENTAMENTO SE TRANSFORMA EM PESO
Dinheiro é uma ferramenta extraordinária. Pode alimentar pessoas. Pode sustentar famílias. Pode financiar projetos. Pode enviar missionários. Pode construir empresas. Pode gerar empregos. Pode produzir oportunidades. Pode aliviar sofrimentos. Mas dinheiro não consegue produzir aquilo que somente Deus pode produzir.
Você pode ter dinheiro e continuar inquieto. Pode ter patrimônio e continuar com medo. Pode ter influência e continuar inseguro. Pode ter acesso e continuar vazio.
Por isso Paulo escreveu: “A piedade com contentamento é grande fonte de lucro.” 1 Timóteo 6:6
O contentamento não significa ausência de crescimento. Significa que o crescimento não se tornou seu deus. Uma pessoa pode crescer financeiramente e permanecer contente. Nesse caso, o dinheiro pode se tornar uma ferramenta de generosidade. Mas quando alguém cresce sem contentamento, a riqueza pode produzir medo.
Medo de perder. Medo de cair. Medo de alguém alcançar. Medo de não ter suficiente. Medo de deixar de ser admirado. Então aquilo que deveria ser ferramenta passa a governar a pessoa.
DEUS NÃO NOS CHAMOU PARA COMPETIR COM O OUTRO
Existe uma comparação silenciosa acontecendo dentro da sociedade.
Você olha para alguém e pensa: “Ele está mais avançado.” “Ela tem mais seguidores.” “Eles têm uma casa melhor.” “Eles viajam mais.” “Eles têm um carro melhor.” “Eles têm mais dinheiro.” “Eles têm mais influência.” E, pouco a pouco, você começa a medir sua vida pela vida de outra pessoa. As redes sociais potencializam isso.
Você vê o resultado do outro, mas não vê o processo.
Vê a viagem, mas não vê a dívida. Vê a empresa, mas não vê os anos de trabalho. Vê o patrimônio, mas não conhece a história. Vê o sorriso, mas não conhece as lutas.
Por isso existe uma disciplina espiritual muito importante: pare de olhar para o outro para descobrir quem você é. Olhe para Cristo.
Pedro perguntou sobre João: “Senhor, e quanto a ele?”
Jesus respondeu: “Se eu quiser que ele permaneça vivo até que eu volte, o que isso importa a você? Quanto a você, siga-me.” João 21:22
É como se Jesus dissesse: Não construa seu caminho comparando o caminho de outra pessoa. Siga-me.
NEM TODOS PARTEM DO MESMO LUGAR
Existe uma injustiça quando tratamos todas as pessoas como se tivessem começado do mesmo ponto.
Uma criança nascida em uma família com recursos pode ter acesso a educação, alimentação, segurança, livros, idiomas, viagens, contatos e oportunidades que outra criança jamais teve. Isso não significa que uma pessoa rica necessariamente vencerá e uma pessoa pobre necessariamente fracassará.
A vida não funciona assim.
Mas significa que as pessoas não começam necessariamente com as mesmas condições.
Por isso, quando alguém olha para outra pessoa e diz: “Se eu consegui, qualquer um consegue”, precisamos ter cuidado. Talvez essa pessoa tenha trabalhado muito. Mas talvez também tenha recebido recursos, oportunidades e condições que outra pessoa não recebeu.
Reconhecer isso não elimina a responsabilidade individual. Elimina a arrogância. E aqui a fé se torna ainda mais poderosa. Porque o evangelho alcança pessoas em condições diferentes. Ele não exige que todos tenham começado do mesmo ponto.
Ele chama todos para Cristo.
QUANDO VOCÊ NÃO TEM RECURSOS
Existe uma tentação moderna de transformar crescimento em consumo. “Você precisa de um celular melhor.” “Você precisa de uma câmera melhor.” “Você precisa de uma marca melhor.” “Você precisa de um escritório melhor.” “Você precisa investir nisso.” “Você precisa contratar aquilo.” Algumas dessas coisas podem ser úteis. Mas existe uma diferença entre ferramenta e fundamento.
Se você não tem dinheiro para uma grande estrutura, talvez precise começar com aquilo que possui. Uma mensagem gravada com um celular simples ainda pode edificar. Uma pequena reunião ainda pode transformar. Uma pequena loja ainda pode servir alguém. Uma pequena igreja ainda pode cuidar de pessoas. Um pequeno começo não é necessariamente um pequeno chamado.
Zacarias perguntou: “Quem despreza o dia das coisas pequenas?” Zacarias 4:10 O problema não é começar pequeno. O problema é desprezar o pequeno porque ainda não parece grande.
A INFLUÊNCIA NÃO COMEÇA COM STATUS
Influência não é simplesmente quantidade de seguidores. Você pode ter milhares de seguidores e não transformar ninguém. E pode ter poucas pessoas ao seu redor e transformar profundamente a vida delas. Jesus passou boa parte do ministério cercado por um grupo pequeno. O Reino de Deus não funciona segundo os mesmos critérios pelos quais o mundo mede importância. Às vezes alguém possui recursos financeiros e procura alguém que tenha aquilo que o dinheiro não pode comprar.
Sabedoria. Paz. Fé. Discernimento. Relacionamento com Deus. Isso explica por que influência espiritual não pode ser reduzida a patrimônio. Você pode impactar pessoas sem ter uma grande conta bancária. Pode influenciar sem possuir uma grande estrutura. Pode servir sem ter status.
Pode carregar algo que o dinheiro não compra.
A PRESENÇA DE DEUS PODE TRANSFORMAR O AMBIENTE
Existe uma convicção importante na vida cristã: não fomos chamados apenas para receber influência do ambiente; fomos chamados para ser presença de Deus dentro dele.
Jesus disse: “Vocês são a luz do mundo.” Mateus 5:14
Isso significa que o cristão não deve entrar em um ambiente apenas perguntando: O que esse lugar vai fazer comigo?”
Também precisa perguntar: “O que Deus quer fazer através de mim aqui?”
Você entra em uma empresa. Você entra em um comércio. Você entra em uma escola. Você entra em uma família. Você entra em uma comunidade. Você entra em uma cidade. E pode carregar consigo uma realidade diferente.
Pode orar. Pode servir. Pode encorajar. Pode comprar de alguém que está começando. Pode recomendar um pequeno negócio. Pode apoiar quem está tentando permanecer de pé. Pode falar de Cristo. Pode demonstrar generosidade. Pode ser luz.
Talvez aquilo que você chama de pequeno seja exatamente a forma pela qual Deus decidiu tocar alguém.
A FÉ NÃO É UMA DESCULPA PARA A INÉRCIA
Precisamos estabelecer um equilíbrio.
Fé não significa: “Não preciso trabalhar.”
Fé não significa: “Não preciso estudar.”
Fé não significa: “Não preciso planejar.”
Fé não significa: “Não preciso melhorar.”
Fé não significa: “Deus fará tudo enquanto eu não faço nada.”
José trabalhou. Neemias planejou. Paulo trabalhou. Os apóstolos serviram. Provérbios está cheio de ensinamentos sobre diligência, prudência e trabalho. A questão não é escolher entre trabalho e fé.
A questão é descobrir quem ocupa o centro.
Eu trabalho, mas não adoro o trabalho. Eu planejo, mas não adoro o planejamento. Eu estudo, mas não adoro o conhecimento. Eu administro dinheiro, mas não adoro o dinheiro. Eu desenvolvo influência, mas não adoro a influência. Eu utilizo ferramentas, mas não transformo ferramentas em fundamento.
Cristo permanece no centro.
Deus vos abençoe
Leonardo Lima Ribeiro




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