1. O valor do testemunho na vida cristã
Ao longo desses dias de oração por finanças, tenho pedido que as pessoas compartilhem seus testemunhos. Não para exaltar ninguém, mas para edificar a fé dos irmãos.
Na Bíblia, tanto nos Salmos quanto no Novo Testamento, vemos que glorificamos a Deus quando contamos as maravilhas que Ele fez. O testemunho não é autopromoção; é proclamação da bondade de Deus.
Muitas vezes algo acontece depois da oração, depois da palavra recebida, mas a pessoa não dá glória a Deus publicamente. E isso empobrece a fé coletiva, porque o testemunho gera fé em outros corações.
2. Um conceito errado sobre dar glória a Deus
Percebo que muitos irmãos têm uma percepção distorcida sobre testemunhar. Alguns pensam: “Se eu contar o que aconteceu, estarei dando glória ao homem.”
Isso é um equívoco espiritual.
Tudo o que Deus faz por meio de pessoas é para que na boca de outros Deus seja glorificado. Quando alguém testemunha publicamente, não está exaltando quem orou, mas exaltando o Senhor que operou.
É tão óbvio que foi Deus quem fez, que qualquer um que atribua isso ao homem está com a visão espiritual distorcida.
Deus concede dons às pessoas para que sejam instrumentos do Seu agir. A Escritura nos ensina que há diversidade de dons: palavra de sabedoria, palavra de conhecimento, dons de cura, milagres, línguas e interpretações (conforme ensinado em **1 Coríntios 12 e 14).
Quando um dom é usado, quem é glorificado é Deus, porque Ele é a fonte.
3. A falsa humildade também é orgulho
Muitas vezes a resistência em testemunhar não é humildade. É orgulho disfarçado de espiritualidade.
Há pessoas que dizem: “Não quero falar porque quero dar glória só a Deus.”
Mas, na prática, isso esconde uma dificuldade em reconhecer que Deus usou outra pessoa.
Quando dizemos: “Louvo a Deus pela sua vida”, não estamos exaltando a pessoa, mas exaltando Deus que a escolheu e a usou.
Religiosidade gera dois extremos: a altivez espiritual; a falsa humildade espiritual.
Ambos nascem do mesmo lugar: o orgulho.
Humildade não é se esconder.
Humildade é se expor.
Expor-se ao quê?
A críticas, a rejeição, a zombaria, à vergonha pública. Isso é parte do chamado.
Nossa intimidade com Deus é no secreto. Mas o serviço ministerial é público.
4. O peso invisível do chamado ministerial
A maioria das pessoas conhece apenas o momento do ensino, da pregação e da exposição pública. Mas ninguém vê: o dia a dia, as lutas internas, as renúncias, as dores emocionais, os ataques verbais, os julgamentos.
Quem vive o ministério sabe o custo integral.
Em muitos ambientes, declarar-se pastor é motivo de desconfiança, zombaria e desprezo.
Nas redes sociais, vemos comentários como: “Vai trabalhar.”; “Charlatão.”; “Está roubando o dinheiro do povo.”
Há uma tentativa constante de descredibilizar o chamado.
Enquanto muitas pessoas aceitam passivamente impostos abusivos e não questionam isso, se incomodam profundamente quando alguém honra financeiramente um líder que trabalha integralmente na vocação recebida por Deus.
Tudo na vida tem um preço.
A salvação é gratuita, mas o chamado custa caro.
5. A desconstrução da religiosidade
Todo verdadeiro chamado passa por uma desconstrução interior.
A religiosidade nos prende a uma bolha mental que impede o avanço. Não conseguimos acessar aquilo que Deus quer para nós se não renovarmos nossa mente.
É por isso que ensino constantemente: precisamos sair da mentalidade religiosa e entrar na mentalidade do Reino.
Deus não nos chama para nos esconder, mas para nos expor.
Não para fugir das críticas, mas para suportá-las com maturidade.
6. Recursos, acesso e propósito
Deus trabalha por princípios.
Entre eles, o princípio da honra.
A Palavra nos ensina: Honrar a Deus com as primícias gera consequência. Honrar pai e mãe gera longevidade. Honrar líderes gera colheita espiritual e material.
Tudo que é semeado no princípio da honra gera uma consequência.
Os recursos financeiros não existem para vaidade pessoal, mas para acesso.
Quanto mais recursos alguém tem, mais lugares consegue alcançar. Mais portas se abrem. Mais pessoas podem ser tocadas. O recurso amplia o alcance da mensagem. Deus não abre portas por mérito humano, mas por propósito.
7. Conexões divinas e expansão do chamado
Deus conecta pessoas estrategicamente. Essas conexões são chaves para novos níveis: do chamado, dos dons, da influência, da provisão.
Essas conexões não são acidentais; são dirigidas por Deus.
Testemunhamos isso recentemente: irmãos que nos abençoaram financeiramente em uma viagem missionária à África do Sul relataram depois que foram surpreendidos por Deus com uma grande provisão em suas próprias vidas.
A honra gera portas. A generosidade gera colheita. A obediência gera expansão.
Testemunhar não é exaltar homens.
É glorificar Deus. Reconhecer quem Deus usa não é idolatria. É gratidão.
A religiosidade nos ensina a esconder. O Reino nos ensina a proclamar.
Nossa intimidade com Deus é no secreto. Mas nosso serviço é público. O chamado tem preço. O testemunho tem poder. A honra tem recompensa. E toda glória pertence ao Senhor.
Mentalidade, Honra e o Dom de Prosperar para o Reino
1. A colheita como consequência da honra
Nos primeiros meses após nos receberem e nos abençoarem financeiramente, algumas pessoas testemunharam que portas se abriram e oportunidades surgiram. Elas mesmas interpretaram esses acontecimentos como uma consequência espiritual da honra que praticaram.
Não apenas nos hospedaram em sua casa, mas participaram ativamente: nos buscaram no aeroporto, caminharam conosco e investiram financeiramente na missão.
Esse tipo de testemunho incomoda algumas pessoas, porque elas não conseguem enxergar o princípio espiritual da ação e reação. Mesmo possuindo dinheiro, permanecem bloqueadas na prosperidade porque não compreendem o propósito dos recursos.
2. Justiça própria e bloqueio espiritual
Há pessoas que se incomodam profundamente quando se fala sobre servir, honrar e também ser beneficiado por isso.
Curiosamente, aceitam sem dificuldade a lógica do lucro no mundo dos negócios: o empresário produz, distribui, vende, e obtém lucro.
Isso é considerado natural.
Mas quando o mesmo princípio se aplica ao ministério, surge resistência.
Alguns empresários foram chamados por Deus para sustentar ministérios integrais, mas não reconhecem esse chamado. Pensam que enriqueceram apenas por sua própria capacidade, quando na verdade receberam um dom espiritual para multiplicar recursos com propósito.
Essas pessoas prestarão contas diante de Deus sobre o uso desse dom.
Deus perguntará: “Eu te dei o dom de gerar recursos. O que você fez para que minha Palavra fosse espalhada?”
Muitos pensam: “Isso é fruto apenas do meu trabalho.”
Mas tudo o que recebemos é resposta daquilo que Deus nos entrega primeiro.
Quanto mais sabedoria distribuímos, mais sabedoria recebemos.
Quanto mais recurso compartilhamos, mais propósito ele encontra.
3. A negligência do dom de socorro
Hoje, muitas pessoas negligenciam o chamado do dom de socorro.
Por exemplo: empresários que ganham valores elevados mensalmente poderiam separar parte de seus recursos para sustentar ministérios que pregam diariamente a Palavra. Mas interpretam assim:
“Vou dar dinheiro para esse pastor andar de carro novo?”
Essa mentalidade não é Reino. É justiça própria.
Essas pessoas são boas para ganhar dinheiro, mas não para expandir o Reino.
O dom de prosperar foi dado para servir um propósito maior.
4. Ricos financeiramente, pobres espiritualmente
Conheço pessoas que ganham muito dinheiro, mas administram tudo segundo sua própria justiça. Elas não perguntam:
“Senhor, onde devo investir esses recursos?”
Não oram: “Quem está pregando o Evangelho diariamente e precisa ser sustentado?”
Elas pensam apenas: “Eu trabalhei, então eu desfruto.”
Isso revela uma mente limitada ao lucro, não ao propósito.
Por isso há diferença entre ser rico e ser próspero.
A prosperidade envolve: alegria, generosidade, visão espiritual, participação no Reino.
5. O exemplo da mentalidade correta
Conheço pessoas que vivem de forma completamente diferente.
São pastores e irmãos que estão sempre buscando maneiras de abençoar: ofertam, compram livros para doar, sustentam missões, ajudam outros pastores, investem em eventos e viagens ministeriais.
Eles se alegram quando veem outros prosperarem.
Celebram quando alguém compra um carro, uma casa ou viaja.
Não sentem inveja, sentem alegria. Por isso suas próprias vidas florescem.
Eles entendem unção, honra e semeadura.
Compram livros para doar a quem não pode comprar.
Plantam sementes no Reino.
Multiplicam aquilo que Deus lhes deu.
6. Quando a justiça própria trava a expansão do Reino
Há pessoas que têm o dom de gerar dinheiro, mas não querem sustentar ninguém. Então tentam ocupar sozinhas o lugar do ministério: estudam teologia, passam a pregar, evitam contribuir, evitam apoiar quem foi chamado integralmente.
Não por vocação, mas para não honrar financeiramente.
Dizem: “Se o pastor quiser viver disso, que vá trabalhar.”; Como se o ministério não fosse trabalho.
Sem quebrar esses paradigmas, o Reino não se expande.
7. Unidade difícil por causa da mentalidade
A unidade no Espírito é possível, mas se torna difícil quando: há competição, há incompreensão dos dons, há disputa por visibilidade, há amor ao dinheiro sem propósito.
O dinheiro sem propósito corrompe a missão.
Mas quando há pessoas que ofertam 20, 30 ou 50 mil reais mensalmente para ministérios, esses recursos se transformam em: cruzadas, evangelismo, missões, viagens, compra de veículos, apoio a igrejas em lugares carentes.
Tudo isso exige recursos.
Sem expansão de mentalidade, não há expansão do Reino.
8. A maturidade diante da ofensa
Ao longo do ministério, ouvimos frases como: “Você vai viver das ofertas das viúvas?”
Isso muitas vezes vem de pessoas bem-intencionadas, mas equivocadas.
Não é fácil ouvir isso. Não significa que não machuca.
Existe um processo de maturidade emocional: primeiro vem a ofensa, depois vem a reflexão, depois vem o ajuste do coração, depois vem o perdão.
Isso é resiliência espiritual.
Há pessoas que chegam a um nível tão alto de maturidade que nada as ofende.
Outras apenas dizem que nada as ofende, mas escondem a dor.
Existe diferença entre maturidade emocional e indiferença emocional.
A verdadeira maturidade: reconhece a dor, ajusta o coração, libera perdão, segue firme no chamado.
O que trava as pessoas não é falta de dinheiro. É falta de visão.
O que bloqueia o Reino não é pobreza. É justiça própria.
Deus não dá recursos sem propósito. Deus não dá dons sem responsabilidade. Todos nós prestaremos contas dos dons recebidos: quem recebeu sabedoria, quem recebeu influência, quem recebeu recursos.
A pergunta será: “O que você fez com aquilo que eu te dei?”
Prosperidade verdadeira é quando aquilo que passa pelas nossas mãos alcança vidas.
Sem quebrar paradigmas, não há expansão. Sem honra, não há crescimento. Sem propósito, não há prosperidade.
Honra, Mentalidade e o Preço do Crescimento Espiritual
1. Sem expansão de mentalidade não há expansão espiritual
Antes de qualquer oração, é necessário compreender algo fundamental: se não houver expansão de mentalidade, não haverá mudança de nível.
Não se trata apenas de crescimento espiritual, mas também de crescimento mental.
Enquanto a mente permanece presa a paradigmas de escassez, justiça própria e mesquinhez, Deus não encontra espaço para mover sobrenaturalmente os recursos.
Há pessoas que prosperam apenas no nível do dom natural de ganhar dinheiro, mas nunca avançam para o propósito espiritual desse dom. Elas distribuem recursos apenas segundo uma lógica de caridade, e não segundo uma lógica de honra.
Caridade é dar para quem precisa. Honra é dar para quem você reconhece.
São coisas diferentes.
2. Caridade sem honra revela uma mentalidade limitada
Ao longo da caminhada ministerial, percebi algo com clareza: existem pessoas que ofertam por honra e existem pessoas que ofertam por caridade.
Descobri a diferença observando o comportamento ao longo do tempo.
Havia pessoas que ofertavam mesmo sem usufruir diretamente do ministério. Não faziam cursos, não participavam de mentorias, não compravam livros — mas ofertavam porque reconheciam a unção e o chamado.
Outras ofertavam enquanto eu estava em dificuldade financeira. Quando a situação melhorava, paravam de ofertar.
Isso não é errado. É caridade.
Mas não é honra.
A caridade socorre uma necessidade.
A honra reconhece um chamado.
Quem vive apenas na caridade não entra nos ambientes que Deus reservou para quem anda por honra.
3. Há lugares espirituais que só se acessam pela honra
Existem ambientes aos quais você não entra pagando ingresso. Você só entra por honra.
Deus concede acesso a lugares espirituais, relacionais e de revelação que não se compram com dinheiro, nem com status, nem com esforço humano.
Esses acessos vêm como colheita de honra.
Eu mesmo já me vi em ambientes que jamais imaginaria frequentar: lugares de revelação, de direção e de transformação pessoal.
E muitas vezes me perguntei: “Como cheguei aqui?”
A resposta é simples: colheita. A honra abre portas que a caridade jamais abre.
4. O custo de seguir um chamado não é pequeno
Muitos dizem: “Jesus deu tudo de graça.”
A salvação é gratuita. O batismo é gratuito. A graça é gratuita.
Mas o discipulado tem custo. Quanto custou para os discípulos andar três anos com Jesus?
Custou a própria vida.
Eles deixaram: seus horários, seus planos, suas posses, seu controle, sua autonomia.
Não foi apenas um custo financeiro. Foi o custo de deixar de ser dono da própria vida.
Eu mesmo vivi isso quando fui para o Mato Grosso por três anos.
Ali, deixei de ser dono da minha agenda.
Fui escravo do propósito. E, por isso, ganhei muito mais do que perdi.
Quem pensa que pode mudar de nível sem render sua razão e vontade, está se iludindo.
5. O erro da mentalidade oportunista
Existe hoje uma mentalidade perigosa dentro do cristianismo: a mentalidade do oportunismo espiritual.
Pessoas que querem: acesso, respostas, direção, conexões, aconselhamento, informação, mas sem custo algum.
Elas procuram pastores como se o tempo, a vida e a preparação deles não tivessem valor.
Querem tudo gratuitamente: pelo WhatsApp, pelas amizades, pelos relacionamentos, pelos bastidores do ministério.
Mas não querem assumir compromisso, honra ou responsabilidade.
O problema é que acabam caindo nas mãos de quem não cobra nada — e também não tem nada para oferecer.
6. Evangelho gratuito, maturidade com custo
É preciso separar as coisas: O Evangelho da salvação é gratuito. A igreja é gratuita. O batismo é gratuito. A graça é gratuita.
Mas crescimento pessoal, maturidade emocional, mentalidade, finanças, estrutura de vida e expansão espiritual sempre terão um custo.
Se alguém frequenta uma igreja, usufrui do: prédio, ar-condicionado, cadeiras, tempo pastoral, aconselhamento, ensino, e não colabora financeiramente, essa pessoa está agindo como oportunista.
Não porque seja má, mas porque ainda não amadureceu.
Tudo tem valor. Tudo tem custo. Tudo exige responsabilidade.
7. Informação que muda nível não é barata
As pessoas pensam que toda informação é igual. Não é.
Existe informação pública. E existe informação que custa acesso, preparo e relacionamento.
Empresários, líderes e pessoas bem-sucedidas sabem disso.
Pergunte a eles: “Quanto custou para você chegar até aqui?”
Você ouvirá histórias de renúncia, investimento, sacrifício e escolhas difíceis.
Nada relevante nasce do improviso.
8. A quebra da mentalidade de escassez
O maior bloqueio não é financeiro. É mental.
É a ideia de: levar vantagem, usar o outro, receber sem contribuir, colher sem plantar. Essa mentalidade precisa ser quebrada.
Deus quer usar pessoas comuns de forma extraordinária: trabalhadores, empresários, líderes, pastores, famílias.
Mas isso exige: humildade, honra, disposição para aprender, disposição para investir, disposição para mudar de postura.
9. Palavra de confronto e de chave espiritual
Há palavras de consolo: “Vinde a mim todos os que estais cansados…”
E há palavras de confronto: para quebrar paradigmas, para romper cadeias mentais, para mudar postura.
Esta é uma palavra de chave espiritual. Uma palavra para virar nível.
Quem ouvir três vezes: na primeira resiste, na segunda se abre, na terceira agradece.
Porque entende que estava vivendo abaixo do que Deus tem.
Não existe avanço sem preço.
Não existe honra sem entrega.
Não existe acesso sem responsabilidade.
A salvação é gratuita.
Mas o crescimento custa.
Quem quer viver um Evangelho sem custo vive uma ilusão.
Quem aceita pagar o preço do propósito entra em níveis que a caridade jamais alcança.
Deus quer quebrar: mentalidade de escassez, justiça própria, oportunismo espiritual, cultura de levar vantagem.
Para levantar pessoas com: mente expandida, coração humilde, visão de Reino, compromisso verdadeiro.
Porque só quem honra acessa os lugares onde Deus revela coisas que mudam uma vida inteira.
Para sua meditação:
1. O poder do testemunho
Salmos 66:16 “Vinde, ouvi, todos vós que temeis a Deus, e vos contarei o que ele fez por minha alma.”
Apocalipse 12:11 “Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho…”
Marcos 5:19 “Vai para tua casa… anuncia-lhes tudo o que o Senhor te fez.”
2. Dons são para glorificar Deus, não homens
1 Coríntios 12:4–7 “Há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo… a manifestação do Espírito é concedida a cada um visando a um fim proveitoso.”
1 Coríntios 14:12 “Procurai crescer para edificação da igreja.”
Mateus 5:16 “Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai.”
3. Falsa humildade e orgulho espiritual
Provérbios 27:2 “Seja outro o que te louve, e não a tua própria boca.”
Colossenses 2:18 “Ninguém vos prive do prêmio, com pretexto de humildade…”
4. O custo do chamado
Lucas 14:27–28 “Quem não toma a sua cruz e não me segue não pode ser meu discípulo… calcule o custo.”
Mateus 19:29 “Todo aquele que tiver deixado casas, irmãos… por causa do meu nome receberá cem vezes mais.”
2 Coríntios 11:23–28 (lista de sofrimentos de Paulo no ministério)
5. Honra e seus resultados espirituais
Provérbios 3:9–10 “Honra ao Senhor com os teus bens… e se encherão fartamente os teus celeiros.”
Êxodo 20:12 “Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias…”
1 Samuel 2:30 “Aos que me honram honrarei…”
6. Generosidade gera colheita
2 Coríntios 9:6–8 “Quem semeia pouco, pouco colherá…”
Lucas 6:38 “Dai, e dar-se-vos-á…”
Provérbios 11:25 “A alma generosa prosperará.”
7. Uso correto dos recursos
1 Timóteo 6:17–18 “Que sejam ricos em boas obras, generosos em dar…”
Lucas 16:9 “Granjeai amigos com as riquezas injustas…”
8. Quebra da religiosidade e renovação da mente
Romanos 12:2 “Transformai-vos pela renovação da vossa mente…”
Deus vos abençoe





