segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Medite orando em todo tempo no Espírito (4)



(Estocolmo, Suécia) 

Quando você vai aumentando o número de horas por dia de oração no Espírito, o próprio Espírito santo vai te revelando a palavra, da mesma forma que Ele revelou Cristo a Paulo no Antigo testamento, e você vai compreendendo que tudo nesse mundo é uma ilusão temporal, enquanto a eternidade é a realidade em que vivemos.
Por isso, os nossos irmãos na fé que não oram, hora após hora, todo dia, nos chamam de loucos, alienados, porque eles ainda vivem agarrados a esse mundo, e as coisas naturais.

Negar o princípio de paternidade espiritual revela um comportamento errante, as nossas ligações não são carnais, nem denominacionais, nossas ligações são espirituais. Rejeitar a paternidade é abrir mão do primeiro princípio do andar no Reino, pois para nascermos, antes fomos gerados.

1 Coríntios 4: 15. Porque ainda que tenhais dez mil mestres em Cristo, não tendes contudo muitos pais; pois eu pelo evangelho vos gerei em Cristo Jesus. - Bíblia JFA Offline
Tito 1: 4. a Tito, meu verdadeiro filho segundo a fé que nos é comum, graça e paz da parte de Deus Pai, e de Cristo Jesus, nosso Salvador. - Bíblia JFA Offline

O que o diabo mais usa para te tirar do caminho e da rota são emoções, principalmente relativas ao que pensam ou falam de você, enquanto tomarmos decisões pelas decisões dos outros o Espirito Santo ficará sem ter como nos guiar. Tudo que envolve alguma emoção não vem dele. O Espírito santo não te guia por emoções, ele te guia pela verdade. Você pode até conseguir ficar bem com todos, no seu jogo de cintura, mas pode ter certeza que assim, sua alma te levará para bem longe do propósito. A sabedoria de Deus não agrada homens, ela testifica da verdade.

Deus abençoe sua vida
Leonardo Ribeiro

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Discernindo a Vontade de Deus na Escolha de Líderes(39)

 

(Ribeirão Preto, São Paulo)

A busca por cargos de liderança é uma realidade em muitas esferas da vida, e as instituições religiosas não estão imunes a essa dinâmica. No entanto, a simples candidatura a um cargo de liderança não garante que seja a vontade de Deus para aquela pessoa. É fundamental compreender e reconhecer que, na ordem divina, é Deus quem determina e designa os líderes para Sua obra.

Essa compreensão ressalta a soberania de Deus sobre a seleção de líderes e destaca a importância de discernir os chamados individuais. Não se trata apenas de habilidades ou ambições pessoais, mas de uma resposta ao chamado específico de Deus para servir em determinado papel de liderança. Assim, a busca por cargos de liderança deve ser permeada por uma profunda busca espiritual, na qual se busca alinhar os desejos individuais com a vontade divina.

As dificuldades enfrentadas pelas igrejas contemporâneas em relação à colocação de pessoas de acordo com seus chamados evidenciam a necessidade de um processo mais profundo de discernimento e acompanhamento espiritual. Isso implica em um investimento significativo em discipulado e mentoria, onde os líderes mais experientes ajudam os membros da comunidade a identificar e desenvolver seus dons e vocações.

Além disso, as igrejas podem se beneficiar ao adotar uma abordagem mais colaborativa e participativa na identificação e nomeação de líderes. Ao invés de confiar exclusivamente em processos formais ou eleitorais, as comunidades religiosas podem promover uma cultura de discernimento comunitário, onde a voz de Deus é buscada e reconhecida através da oração, estudo das Escrituras e conselho mútuo.

Em última análise, a busca por líderes que estejam verdadeiramente alinhados com a vontade de Deus requer humildade, sensibilidade espiritual e uma profunda confiança na soberania divina. É através desse processo de busca e submissão que as igrejas podem ser fortalecidas e capacitadas para cumprir sua missão de maneira eficaz e transformadora.

Jeremias 1:5 (NVI): "Antes de formá-lo no ventre materno, eu o escolhi; antes de você nascer, eu o separei e o designei profeta às nações."

Atos dos Apóstolos 13:2 (NVI): "Enquanto adoravam o Senhor e jejuavam, disse o Espírito Santo: 'Separem-me Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado.'"

1 Timóteo 3:1-7 (NVI): "Esta é uma palavra verdadeira: se alguém aspira ao cargo de bispo, deseja uma nobre função. O bispo deve ser irrepreensível, marido de uma só mulher, sobrio, sensato, respeitável, hospitaleiro e apto para ensinar; não deve ser apegado ao vinho, nem violento, mas sim amável, pacífico e não apegado ao dinheiro. Deve governar bem a sua própria família, tendo seus filhos sujeitos a ele, com toda a dignidade. Pois, se alguém não sabe governar sua própria família, como cuidará da igreja de Deus? Ele não deve ser recém-convertido, para que não se ensoberbeça e caia na mesma condenação que o Diabo. Ele também deve ser bem conceituado pelos de fora, para que não caia em descrédito e na armadilha do Diabo."

Hebreus 5:4 (NVI): "Ninguém toma essa honra para si mesmo; ela vem somente quando chamado por Deus, como de fato aconteceu com Arão."

Tiago 3:1 (NVI): "Meus irmãos, não sejam muitos de vocês mestres, pois vocês sabem que nós, os que ensinamos, seremos julgados com maior rigor."

Não considerar a verdade sobre a escolha e designação de líderes por Deus pode acarretar diversos impactos negativos, tanto para os indivíduos quanto para as comunidades religiosas. Aqui estão alguns desses impactos:

Desvio da vontade de Deus: Ao ignorar a soberania divina na escolha de líderes, as comunidades religiosas correm o risco de colocar pessoas inadequadas em posições de liderança, que podem não estar alinhadas com a vontade de Deus para a sua obra.

Conflitos e divisões: A falta de discernimento espiritual na escolha de líderes pode levar a conflitos internos e divisões dentro das igrejas, à medida que diferentes facções discordam sobre quem deve liderar e como a liderança deve ser exercida.

Falta de direção espiritual: Líderes que não são chamados por Deus podem carecer da orientação espiritual necessária para conduzir efetivamente a comunidade religiosa, resultando em uma falta de direção e propósito na realização da missão da igreja.

Desilusão e desencorajamento: Os membros da comunidade religiosa podem se sentir desiludidos e desencorajados quando percebem que seus líderes não são verdadeiramente escolhidos por Deus, minando a sua confiança na integridade e na autoridade espiritual da liderança.

Perda de testemunho: Uma liderança que não reflete a vontade de Deus pode prejudicar o testemunho da igreja perante a sociedade, minando sua credibilidade e eficácia na proclamação do evangelho e no serviço aos outros.

Falta de alinhamento espiritual: Quando os líderes não são escolhidos segundo a vontade de Deus, pode haver uma falta de alinhamento espiritual entre a liderança e os membros da congregação. Isso pode resultar em uma desconexão entre a visão e os valores da igreja, levando a uma falta de unidade e propósito comum.

Estagnação espiritual: A liderança não direcionada por Deus pode levar à estagnação espiritual da comunidade religiosa. Sem uma liderança que busque ativamente a orientação divina e promova o crescimento espiritual dos membros, a igreja pode se tornar complacente e estagnar em seu desenvolvimento espiritual.

Abuso de poder: Quando os líderes não são escolhidos por Deus, há um maior risco de abuso de poder e manipulação dentro da igreja. Pessoas que buscam cargos de liderança por motivos egoístas ou pessoais podem utilizar sua posição para satisfazer seus próprios interesses, em vez de servir verdadeiramente à comunidade religiosa.

Perda de oportunidades de crescimento: Uma liderança não direcionada por Deus pode resultar na perda de oportunidades de crescimento e expansão da obra da igreja. Isso pode incluir a falta de discernimento para identificar novas áreas de ministério, negligência na capacitação de líderes emergentes e uma resistência à mudança necessária para acompanhar as necessidades da comunidade.

Desconfiança e desânimo: A falta de consideração pela vontade de Deus na escolha de líderes pode levar à desconfiança e ao desânimo entre os membros da igreja. Quando os fiéis percebem que a liderança não está buscando ativamente a orientação divina, eles podem se sentir desencorajados e desmotivados em relação ao futuro da comunidade religiosa.

A vida de Jesus e de Paulo oferece insights valiosos sobre como reconhecer a verdade da escolha divina de líderes. Aqui estão alguns pontos-chave:

Jesus, o exemplo supremo de liderança escolhida por Deus:

Jesus foi claramente identificado como o Messias, o Ungido de Deus, desde o seu nascimento e ao longo de todo o seu ministério terreno (Lucas 2:11; Mateus 3:17).

Ele foi chamado e enviado por Deus para cumprir uma missão específica de redenção e reconciliação da humanidade com Deus (João 3:16; Lucas 4:18-19).

Jesus demonstrou uma completa submissão à vontade do Pai, buscando constantemente a direção divina em sua vida e ministério (João 5:19; Lucas 22:42).

Sua liderança foi caracterizada pelo amor, humildade, serviço e compromisso com a justiça e a verdade (Mateus 20:28; João 13:1-17).

Paulo, um exemplo de chamado e capacitação divina:

Paulo experimentou uma dramática revelação de Jesus Cristo no caminho de Damasco, que o chamou para ser um apóstolo e um instrumento escolhido para levar o evangelho aos gentios (Atos 9:1-19).

Ele reconheceu e valorizou a soberania de Deus em sua vida e ministério, enfatizando que sua autoridade e capacitação vinham de Deus, não de si mesmo (Gálatas 1:15-16; 1 Coríntios 15:10).

Paulo enfrentou inúmeras adversidades e desafios em seu ministério, mas perseverou fielmente, confiando na graça e no poder de Deus para capacitá-lo a cumprir sua missão (2 Coríntios 12:9-10).

Sua liderança foi marcada por uma profunda paixão pelo evangelho, um compromisso inabalável com a verdade e um amor compassivo pelas pessoas a quem ele servia (1 Tessalonicenses 2:8; Filipenses 1:21-26).

Observando a vida de Jesus e de Paulo, podemos ver claramente que suas vocações e liderança não foram resultado de ambições pessoais ou conquistas humanas, mas sim de uma chamada divina e capacitação sobrenatural. Eles exemplificam a verdade de que os líderes verdadeiramente eficazes são aqueles que são escolhidos e capacitados por Deus para cumprir sua missão na terra.

Ó Deus soberano e gracioso,
Obrigado por revelar a Sua vontade e propósito em nossas vidas.
Reconhecemos que o Senhor é o único que escolhe e capacita líderes para a Sua obra,
e nos humilhamos diante da Sua soberania e sabedoria.

Ajude-nos, Senhor, a discernir e seguir a Sua vontade em todas as áreas de nossas vidas,
incluindo a escolha e designação de líderes na Sua igreja.
Que possamos buscar a Sua orientação e direção em todas as decisões que tomamos,
confiando na Sua sabedoria e conhecimento perfeitos.

Dê-nos corações submissos e obedientes,
dispostos a seguir onde quer que o Senhor nos conduza.
Que possamos ser instrumentos da Sua vontade,
servindo com humildade, amor e fidelidade em tudo o que fazemos.

Que a Sua graça abundante nos capacite a cumprir a missão que o Senhor nos confiou,
e que possamos glorificar o Seu nome em tudo o que dizemos e fazemos.
Em nome de Jesus, nosso Salvador e Senhor, oramos.
Amém.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Humildade e Serviço: Seguindo os Passos de Jesus.(10)

 

(Antiga base americana da 2° Guerra em Schweinfurt, Alemanha)

A grandeza na perspectiva divina é revelada através da humildade, do reconhecimento das nossas limitações e fraquezas. Essa afirmação ressalta uma inversão de valores entre o Reino de Deus e o mundo terreno. Enquanto a sociedade valoriza o poder, a autoconfiança e a autossuficiência, Deus enaltece a humildade, a submissão e a consciência da nossa fragilidade e dependência Dele. Na verdade, a verdadeira grandeza perante Deus emerge quando reconhecemos nossas fraquezas e limitações, confiando plenamente no Seu poder e graça para nos capacitar e fortalecer.

Tiago 4:10 (NVI): "Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vos exaltará."

Mateus 23:12 (NVI): "Pois quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado."

Filipenses 2:3-4 (NVI): "Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos. Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros."

Provérbios 22:4 (NVI): "A recompensa da humildade e do temor do Senhor são a riqueza, a honra e a vida."

1 Pedro 5:6 (NVI): "Portanto, humilhem-se debaixo da poderosa mão de Deus, para que ele os exalte no tempo devido."

Mateus 5:3 (NVI): "Bem-aventurados os pobres de espírito, pois deles é o Reino dos céus."

O orgulho e a humildade são conceitos profundamente antagônicos e têm efeitos opostos tanto no mundo terreno quanto no Reino de Deus. Vamos explorar como esses conceitos se contrastam em ambas as realidades:

Orgulho no Mundo Terreno:
No mundo terreno, o orgulho é frequentemente associado à autoestima inflada, à arrogância e à busca por reconhecimento e poder.
As pessoas orgulhosas tendem a valorizar a própria importância acima dos outros, buscando constantemente validação e elogios.
O orgulho pode levar à competição desmedida, à falta de empatia e à busca implacável por sucesso material e status social.

Humildade no Mundo Terreno:
Por outro lado, a humildade no mundo terreno é vista como uma virtude admirável, mas muitas vezes mal interpretada como fraqueza ou submissão.
A verdadeira humildade envolve reconhecer nossas limitações, aprender com os outros e cultivar uma atitude de serviço e respeito para com todos, independentemente de sua posição social ou status.

Orgulho no Reino de Deus:
No Reino de Deus, o orgulho é considerado um pecado que separa o ser humano de Deus. Ele cria uma barreira entre a pessoa e o relacionamento genuíno com o Criador.
A Bíblia adverte contra o orgulho, ensinando que Deus resiste aos soberbos, mas concede graça aos humildes.

Humildade no Reino de Deus:
A humildade é exaltada no Reino de Deus como uma virtude essencial para uma vida piedosa e frutífera.
Jesus Cristo é o modelo supremo de humildade, conforme descrito em Filipenses 2:5-8, onde Ele renunciou à Sua posição divina para se tornar um servo e sacrificar-se pela humanidade.
A humildade no Reino de Deus envolve reconhecer nossa dependência total de Deus, submeter-nos à Sua vontade e colocar os interesses dos outros acima dos nossos próprios.

Em resumo, enquanto o orgulho promove a separação, a competição e a busca pelo próprio interesse, a humildade no mundo terreno e no Reino de Deus promove a união, o serviço e o amor ao próximo. É através da humildade que encontramos verdadeira grandeza e nos aproximamos de Deus.

Provérbios 16:18 (NVI): "A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda."

Tiago 4:6 (NVI): "Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes."

Filipenses 2:3-4 (NVI): "Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos. Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros."

1 Pedro 5:5-6 (NVI): "Semelhantemente, jovens, sujeitem-se aos mais velhos. Sejam todos humildes uns para com os outros, porque 'Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes'. Humilhem-se, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele os exalte no tempo devido."

Mateus 23:12 (NVI): "Pois quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado."

Lucas 14:11 (NVI): "Pois todo o que se exalta será humilhado, e o que se humilha será exaltado."

Provérbios 11:2 (NVI): "Quando vem o orgulho, então vem a desgraça, mas a sabedoria está com os humildes."

Jesus Cristo é o exemplo supremo de humildade, e Sua vida terrena revela profundamente esse conceito. Aqui estão algumas maneiras pelas quais Jesus demonstrou humildade durante Seu ministério:

Encarnação: O próprio ato de Jesus se tornar humano é um ato de humildade incomparável. Ele, sendo Deus, escolheu voluntariamente deixar Sua glória celestial para se tornar um de nós, nascendo em condições humildes e vivendo uma vida simples.

Serviço: Durante Seu ministério, Jesus constantemente serviu aos outros, demonstrando que o maior entre eles é aquele que serve. Ele lavou os pés dos discípulos (João 13:1-17), ensinou sobre a importância do serviço (Mateus 20:28) e mostrou compaixão ao curar os enfermos e alimentar os famintos.

Submissão à vontade do Pai: Em Sua agonia no Getsêmani, Jesus demonstrou humildade ao se submeter à vontade do Pai, mesmo que isso significasse enfrentar a crucificação. Ele orou: "Pai, se queres, afasta de mim este cálice; contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua" (Lucas 22:42).

Convivência com os marginalizados: Jesus não apenas pregou sobre humildade, mas viveu entre os marginalizados e excluídos da sociedade de Sua época. Ele compartilhou refeições com pecadores, curou leprosos e demonstrou amor pelos marginalizados, mostrando que todos são dignos do amor e da graça de Deus.

Aceitação da morte na cruz: O ápice da humildade de Jesus foi Sua disposição em morrer na cruz pelos pecados da humanidade. Apesar de Sua inocência e poder para escapar da cruz, Ele voluntariamente se submeteu ao sofrimento e à vergonha da crucificação para cumprir o plano redentor de Deus.

"Oh Deus, Pai celestial,

Hoje, venho a Ti em humildade, reconhecendo que Tu és o Senhor soberano sobre todas as coisas.

Ajuda-me a seguir o exemplo de Jesus Cristo, que, em Sua infinita humildade, Se tornou um de nós, servo de todos.

Que eu possa aprender a servir aos outros com amor e compaixão, seguindo o exemplo daquele que lavou os pés de Seus discípulos.

Que a minha vontade se submeta à Tua, ó Deus, assim como Jesus se submeteu à Tua vontade, mesmo na agonia do Getsêmani.

Dá-me a graça de reconhecer a dignidade e o valor de todos os seres humanos, especialmente dos marginalizados e excluídos da sociedade.

E, acima de tudo, que eu possa entender profundamente o sacrifício de Jesus na cruz, onde Ele humildemente aceitou a morte para a redenção da humanidade.

Que a minha vida seja um reflexo da Sua humildade, Senhor, e que eu possa glorificar o Teu nome através do serviço e do amor aos outros.

Tudo isso eu peço em nome de Jesus Cristo, nosso Salvador e exemplo máximo de humildade.

Amém."

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Rendição e Transformação: o quebrantamento de Jesus(9)

 

(Haramsoya, Noruega)

Quebrantamento muda as pessoas:

O quebrantamento é um estado de profunda humildade e submissão diante de Deus, no qual reconhecemos nossa própria fraqueza, pecado e necessidade de redenção. Quando nos quebrantamos, não estamos apenas reconhecendo nossas falhas ou erros isolados, mas estamos reconhecendo nossa condição inerentemente humana, marcada pelo pecado e pela imperfeição.

Esse reconhecimento não é apenas intelectual, mas também emocional e espiritual. Envolve uma profunda conscientização de nossa dependência de Deus e uma disposição de nos submetermos completamente à Sua vontade e direção em nossas vidas. É um reconhecimento de nossa insuficiência para lidar com nossos próprios problemas e desafios, e uma rendição ao poder transformador de Deus.

Quando nos quebrantamos diante de Deus, abrimos nossos corações e nossas vidas para a operação do Seu Espírito Santo. É nesse momento de rendição e humildade que Deus pode trabalhar em nós de maneiras poderosas e redentoras. Ele pode nos limpar, restaurar e transformar à Sua imagem, moldando-nos para sermos mais como Cristo em nosso caráter, atitudes e ações.

O quebrantamento nos torna receptivos à graça de Deus de uma maneira única. Ele nos leva a reconhecer nossa necessidade desesperada da graça e do perdão de Deus, e nos capacita a receber esses dons de maneira mais plena e profunda. É quando nos humilhamos diante de Deus que Ele pode nos levantar, nos fortalecer e nos capacitar a viver vidas de santidade e propósito.

Além disso, o quebrantamento nos torna mais sensíveis à voz de Deus e mais abertos à Sua direção em nossas vidas. Quando reconhecemos nossa própria fraqueza e dependência, estamos mais dispostos a ouvir e obedecer à voz de Deus, permitindo que Ele nos guie em Seu caminho de justiça e verdade.

Em resumo, o quebrantamento é um estado de profunda humildade e submissão diante de Deus, no qual reconhecemos nossa própria fraqueza, pecado e necessidade de redenção. Quando nos quebrantamos diante de Deus, Ele pode operar em nossas vidas de maneiras poderosas e redentoras, nos transformando à Sua imagem e nos capacitando a viver vidas de santidade e propósito.

Salmo 34:18 (NVI): "Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito abatido."

Salmo 51:17 (NVI): "O sacrifício aceitável a Deus é o espírito quebrantado; ao coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus."

Isaías 57:15 (NVI): "Pois assim diz o Alto e Sublime, que vive para sempre, e cujo nome é santo: 'Habito num lugar alto e santo, mas habito também com o contrito e humilde de espírito, para dar novo ânimo ao espírito do humilde e novo alento ao coração do contrito.'"

Mateus 5:3 (NVI): "Bem-aventurados os pobres de espírito, pois deles é o Reino dos céus."

Lucas 18:13-14 (NVI): "Mas o publicano ficou à distância. Ele nem ousava olhar para o céu, mas batendo no peito, dizia: 'Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador'. 'Digo-lhes que este homem, e não o outro, foi para casa justificado diante de Deus. Pois quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado.'"

Isaías 66:2 (NVI): "Esta é a pessoa à quem estou olhando: alguém humilde e contrito no espírito, e que treme diante da minha palavra."

Mateus 11:28-29 (NVI): "Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas."

A altivez e a humildade são atitudes opostas que têm diferentes respostas diante das situações adversas que Deus permite na vida do orgulhoso para levá-lo ao quebrantamento:

Altivez diante da adversidade:
Quando alguém é altivo e orgulhoso, tende a enfrentar situações difíceis com arrogância e autoconfiança excessiva. Em vez de reconhecer sua própria fragilidade e dependência de Deus, o orgulhoso pode confiar apenas em suas próprias habilidades e recursos para resolver os problemas. Isso pode levá-lo a resistir à correção divina e a se recusar a admitir suas fraquezas.

Humildade diante da adversidade:
Por outro lado, uma pessoa humilde reconhece sua própria necessidade de Deus e sua dependência total Dele. Quando enfrenta situações difíceis, a humildade a leva a se submeter à vontade de Deus e a buscar Sua orientação e força. Em vez de confiar em si mesma, a pessoa humilde se humilha diante de Deus, reconhecendo sua própria insuficiência e buscando a ajuda do Senhor para superar os desafios.

Quando Deus permite que o orgulhoso passe por situações ruins, Ele muitas vezes o faz para quebrantar seu coração e levá-lo a um estado de humildade. Essas situações podem incluir falhas, perdas, dificuldades financeiras, conflitos interpessoais ou qualquer outra circunstância que revele a fragilidade e a limitação do orgulhoso. É através dessas experiências que o orgulhoso pode reconhecer sua necessidade de arrependimento, mudança e dependência de Deus.

O quebrantamento ocorre quando o orgulhoso se curva diante da soberania de Deus, reconhecendo sua própria falibilidade e buscando a misericórdia e o perdão do Senhor. É um processo doloroso, mas transformador, no qual o orgulho é substituído pela humildade e a confiança em si mesmo é substituída pela confiança em Deus. O quebrantamento permite que Deus opere em sua vida de maneiras poderosas, restaurando, transformando e capacitando o orgulhoso a viver de acordo com a Sua vontade.

Mateus 23:12 (NVI): "Pois quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado."

Tiago 4:6 (NVI): "Mas ele dá graça maior. Portanto, diz: 'Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes'."

1 Pedro 5:5-6 (NVI): "Semelhantemente, jovens, sujeitem-se aos mais velhos. Sejam todos humildes uns para com os outros, porque 'Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes'. Humilhem-se, pois, debaixo da poderosa mão de Deus, para que ele os exalte no tempo devido."

"Querido Deus,

Hoje, venho diante de Ti com um coração humilde e contrito, reconhecendo a minha dependência de Ti em todas as áreas da minha vida. Percebo, Senhor, que muitas vezes tenho permitido que o orgulho e a altivez dominem meu coração, afastando-me da Tua vontade e do Teu propósito para mim. Peço, Deus misericordioso, que me ajudes a abandonar toda arrogância e auto-suficiência, e quebrantes meu coração para que eu possa me submeter totalmente à Tua vontade.

Abre meu entendimento, Senhor, diante das situações que me conduzam ao quebrantamento, onde eu possa reconhecer minhas fraquezas e me humilhar diante de Ti. Que cada adversidade seja uma oportunidade para eu crescer em humildade e confiança em Ti, sabendo que és soberano sobre todas as coisas.

Ajuda-me, ó Deus, a seguir o exemplo de Jesus Cristo, que viveu uma vida de completa humildade e submissão à Tua vontade. Que eu possa aprender com Ele, e permitir que o Espírito Santo opere em mim, transformando-me à Tua imagem.

Que a Tua graça abundante me sustente em todos os momentos, e que a Tua bondade e misericórdia me acompanhem em cada passo do meu caminho. Capacita-me, Senhor, a viver uma vida de humildade, amor e serviço, refletindo a Tua glória para o mundo ao meu redor.

Toda a honra e glória sejam dadas a Ti, ó Deus, agora e para sempre.

Amém."

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Formando Discípulos Desde a Infância(14)

 

(Alzey, Alemanha)

O homem é formado na adolescência:

A adolescência representa um período crucial de formação e desenvolvimento na jornada de vida de uma pessoa. Durante esses anos de transição, os valores, crenças e padrões de comportamento são meticulosamente moldados e consolidados, exercendo uma influência profunda sobre a identidade e o caráter do indivíduo no futuro. Portanto, é de suma importância direcionar esforços significativos para investir na formação espiritual e moral dos adolescentes. Essa preparação os equipará para enfrentar os inevitáveis desafios e tentações da vida adulta munidos de uma base sólida de fé e valores cristãos.

A formação espiritual durante a adolescência pode ter um impacto significativo na sociedade de várias maneiras:

Desenvolvimento de cidadãos responsáveis: Jovens que recebem uma formação espiritual sólida são mais propensos a desenvolver valores como honestidade, respeito ao próximo e responsabilidade social. Isso contribui para o desenvolvimento de uma sociedade mais ética e justa, onde os cidadãos se preocupam com o bem-estar coletivo.

Redução de comportamentos de risco: Uma formação espiritual robusta pode ajudar os jovens a tomar decisões mais sábias e a evitar comportamentos de risco, como uso de drogas, violência e promiscuidade sexual. Isso pode levar a uma redução dos problemas sociais associados a esses comportamentos, como criminalidade, doenças sexualmente transmissíveis e gravidez na adolescência.

Fortalecimento das relações familiares: Jovens que recebem uma educação espiritual tendem a valorizar mais os laços familiares e a se envolver em atividades familiares, como oração e estudo da Bíblia. Isso pode fortalecer os relacionamentos familiares e reduzir os índices de divórcio e conflitos familiares.

Contribuição para o voluntariado e serviço comunitário: A formação espiritual muitas vezes enfatiza a importância do serviço ao próximo e do voluntariado. Jovens que são ensinados a importância de ajudar os outros são mais propensos a se envolver em atividades de serviço comunitário, o que pode beneficiar a sociedade como um todo ao abordar questões sociais e oferecer apoio a grupos vulneráveis.

Promoção da paz e da reconciliação: A educação espiritual muitas vezes enfatiza valores como amor, perdão e reconciliação. Jovens que internalizam esses valores estão mais inclinados a buscar a paz e a resolver conflitos de forma pacífica em suas comunidades, contribuindo para um clima de harmonia e cooperação social.

Mateus 5:13-16 (NVI): "Vocês são o sal da terra. Mas se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens. Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte. E, também, ninguém acende uma candeia e a coloca debaixo de uma vasilha. Ao contrário, coloca-a no lugar apropriado, e assim ilumina a todos os que estão na casa. Assim brilhe também a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem o Pai de vocês, que está nos céus."

Filipenses 2:14-15 (NVI): "Façam tudo sem queixas nem discussões, para que venham a tornar-se puros e irrepreensíveis, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração corrompida e depravada, na qual vocês brilham como estrelas no universo."

1 Pedro 2:12 (NVI): Sejam exemplares em tudo o que fizerem, para que, naquilo que é bom, mostrem integridade, seriedade e uma linguagem que não pode ser condenada, para que aqueles que se opõem a vocês fiquem envergonhados por não terem nada de mal para dizer a nosso respeito."

Mateus 28:19-20 (NVI): "Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos."

1 Timóteo 4:12 (NVI): "Ninguém o despreze pelo fato de você ser jovem, mas seja um exemplo para os fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé e na pureza."

Jesus influenciou as pessoas ao seu redor de diversas maneiras, mesmo sendo alguém bem instruído desde criança. Sua influência pode ser observada em sua vida e ministério, que foram marcados por amor, compaixão, sabedoria e poder divino. Aqui estão algumas maneiras pelas quais Jesus influenciou as pessoas ao seu redor:

Ensino e Exemplo: Jesus ensinava com autoridade e sabedoria, e seu exemplo de vida refletia os valores do Reino de Deus. Ele pregava o amor ao próximo, a humildade, o perdão e a justiça, inspirando as pessoas a viverem de acordo com esses princípios.

Curas e Milagres: Jesus realizava curas e milagres, demonstrando o poder de Deus e mostrando compaixão pelos doentes e necessitados. Esses atos extraordinários impressionavam e tocavam profundamente as pessoas, levando muitos a crerem nele como o Messias prometido.

Compaixão e Cuidado: Jesus demonstrava uma profunda compaixão pelas pessoas, especialmente pelos marginalizados e oprimidos da sociedade. Ele se envolvia com os excluídos, como os pecadores, os doentes, os pobres e os estrangeiros, mostrando-lhes amor e oferecendo-lhes esperança.

Desafio às Tradições e Hipocrisias: Jesus desafiava as tradições religiosas e as hipocrisias dos líderes religiosos de sua época, chamando as pessoas ao arrependimento e a uma fé verdadeira e genuína. Sua mensagem de transformação pessoal e justiça social ressoava profundamente nos corações das pessoas.

Convite ao Discipulado: Jesus convidava as pessoas a segui-lo e a se tornarem seus discípulos, chamando-as a abandonar tudo e a dedicarem suas vidas ao Reino de Deus. Seu chamado era irresistível para muitos, que deixavam tudo para seguir o Mestre.

Querido Deus,

Hoje, nós te agradecemos pelo exemplo de Jesus, que desde a infância foi instruído nos teus caminhos e influenciou poderosamente aqueles ao seu redor. Reconhecemos a importância da formação espiritual desde a mais tenra idade, e pedimos a tua ajuda para orientar e fortalecer nossas crianças e jovens nesse caminho.

Ajuda-nos a seguir o exemplo de Jesus em ensinar e demonstrar o teu amor, compaixão e verdade aos mais jovens. Que possamos ser instrumentos em tuas mãos para influenciar positivamente as vidas daqueles que estão sob nossa tutela, mostrando-lhes o caminho da verdade e da vida em Cristo.

Dá-nos sabedoria para instruir as crianças nos teus caminhos, para que cresçam em conhecimento e sabedoria espiritual. Que possamos modelar uma vida de fé e devoção a ti, para que possam ver em nós o reflexo do teu amor e da tua graça.

Senhor, que a formação espiritual desde a infância seja uma prioridade em nossas famílias, igrejas e comunidades. Que possamos investir tempo, esforço e recursos na educação espiritual das crianças, para que cresçam como discípulos dedicados de Jesus Cristo.

Concede-nos, ó Deus, a graça de influenciar positivamente as vidas das próximas gerações, para que possam ser instrumentos do teu amor e da tua paz neste mundo.

Em nome de Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, oramos.

Amém.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Vivendo a Verdade do Evangelho em um Mundo de imagem(19)

 

(Haramsøya, Noruega)

Jesus é a Verdade e minha vida é uma mentira, como posso acreditar se não vivo, a mentira é a maior causa dos "desigrejados":

A afirmação ressalta a profunda conexão entre a verdade de Jesus Cristo e a integridade vivida pelos cristãos. Jesus declarou ser a própria Verdade, e como seguidores seus, somos desafiados a refletir essa verdade em cada aspecto de nossas vidas. Quando há uma discrepância entre nossa profissão de fé e nossas ações diárias, isso não apenas compromete nossa credibilidade, mas também obscurece a mensagem do Evangelho para os outros.

A hipocrisia e a falta de autenticidade podem ser catalisadores significativos para aqueles que estão desiludidos com a fé ou desengajados da igreja. A incoerência entre o que professamos crer e como vivemos mina a credibilidade do testemunho cristão e cria barreiras para aqueles que buscam sinceramente a verdade.

Portanto, é imperativo que os crentes busquem viver vidas de integridade e autenticidade, alinhadas com os ensinamentos de Jesus. Isso não significa que seremos perfeitos, mas sim que buscamos sinceramente viver de acordo com os princípios do Reino de Deus, reconhecendo nossas fraquezas e dependendo da graça de Deus para nos capacitar a viver de maneira coerente com nossa fé.

Ao abraçarmos a verdade de Jesus em nossas vidas e nos esforçarmos para viver de maneira autêntica e íntegra, podemos ser testemunhas eficazes do poder transformador do Evangelho e evitar que a hipocrisia se torne um obstáculo para os outros que buscam sinceramente a verdade.

João 14:6 (NVI): "Respondeu Jesus: 'Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim.'"
Este versículo destaca que Jesus é a própria Verdade, e seguir a Ele implica viver em conformidade com essa verdade.

Efésios 4:25 (NVI): "Portanto, cada um de vocês deve abandonar a mentira e falar a verdade ao seu próximo, pois todos somos membros de um mesmo corpo."
Aqui, Paulo exorta os cristãos a abandonarem a mentira e a praticarem a verdade em suas interações uns com os outros, enfatizando a importância da sinceridade e integridade.

1 João 1:6 (NVI): "Se afirmarmos que temos comunhão com ele, mas andamos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade."
Este versículo destaca a incompatibilidade entre afirmar ter comunhão com Deus e viver em desacordo com Sua verdade, destacando a importância da coerência entre fé e prática.

Colossenses 3:9-10 (NVI): "Não mintam uns aos outros, visto que vocês já se despiram do velho homem com suas práticas e se revestiram do novo, o qual está sendo renovado em conhecimento, à imagem do seu Criador."
Paulo instrui os crentes a abandonarem a mentira e a viverem em conformidade com sua nova identidade em Cristo, renovada em verdade e conhecimento.

Mateus 5:37 (NVI): "Seja o seu 'sim', sim, e o seu 'não', não; o que passar disso vem do Maligno."
Jesus ensina a importância da simplicidade e honestidade em nossa comunicação, enfatizando a integridade em nossas palavras e compromissos.

A hipocrisia religiosa pode ter impactos significativos tanto na família quanto na sociedade:

Desconfiança e divisão na família: Quando membros da família agem de forma hipócrita, professando uma fé que não é refletida em suas ações diárias, isso pode levar a um clima de desconfiança e divisão. A falta de integridade e autenticidade pode minar a confiança mútua e criar ressentimento entre os membros da família.

Modelo distorcido para os filhos: A hipocrisia dos pais pode ter um impacto especialmente negativo nos filhos, que estão observando e absorvendo constantemente as atitudes e comportamentos dos adultos ao seu redor. Se os pais professam uma fé, mas vivem de maneira inconsistente com esses valores, isso pode confundir e desorientar os filhos, levando-os a questionar a sinceridade da fé e a adoção de padrões de comportamento contraditórios.

Perda de credibilidade da religião: A hipocrisia religiosa pode minar a credibilidade da religião como um todo aos olhos da sociedade. Quando líderes religiosos ou membros proeminentes são expostos como hipócritas, isso pode levar ao cinismo e desilusão em relação à fé e à instituição religiosa.

Impacto na coesão social: A hipocrisia religiosa pode contribuir para a divisão e o conflito dentro da sociedade, especialmente quando grupos religiosos se envolvem em disputas internas ou tentam impor padrões morais inconsistentes com suas próprias práticas. Isso pode levar a tensões sociais e prejudicar a coesão e a harmonia comunitária.

Obstáculo para a propagação do Evangelho: A hipocrisia religiosa pode servir como um obstáculo para a propagação do Evangelho, tornando a mensagem cristã menos convincente e atraente para aqueles que observam a incoerência entre a profissão de fé e a conduta dos crentes. Isso pode dificultar o testemunho eficaz e a missão da igreja de compartilhar o amor de Cristo com o mundo.

O posicionamento de Jesus em relação à hipocrisia era bastante claro e direto. Ele condenava veementemente a hipocrisia religiosa, principalmente quando vinha dos líderes religiosos de sua época, os escribas e fariseus.

Condenação explícita: Jesus frequentemente confrontava os escribas e fariseus, chamando-os de hipócritas e denunciando sua falsa piedade e práticas religiosas superficiais (Mateus 23:13-36). Ele os acusava de honrar a Deus com os lábios, mas seus corações estavam longe Dele.

Ênfase na sinceridade e integridade: Jesus ensinava que a verdadeira adoração não se limitava a práticas externas, como o cumprimento de rituais ou a observância de regras, mas envolvia o coração e a sinceridade (João 4:23-24). Ele destacava a importância de uma fé genuína que se refletisse em ações consistentes com os princípios do Reino de Deus.

Chamado ao arrependimento: Jesus chamava os hipócritas ao arrependimento e à transformação interior, convidando-os a abandonar a falsidade e a viver em conformidade com a vontade de Deus (Mateus 4:17). Ele oferecia graça e perdão àqueles que reconheciam sua hipocrisia e buscavam uma vida de verdade e integridade.

Exemplo de coerência: Jesus mesmo exemplificava uma vida de total coerência entre suas palavras e suas ações. Ele praticava o que pregava e nunca comprometia seus princípios, mesmo diante da oposição e do sofrimento (João 8:46).

Pai celestial,

Hoje nos aproximamos de Ti humildemente, reconhecendo que muitas vezes falhamos em viver de acordo com a verdade e a integridade que Tu nos chamaste para seguir. Perdoa-nos por qualquer hipocrisia em nossas palavras, ações ou atitudes, e purifica-nos de todo engano e falsidade.

Ajuda-nos a enxergar sinceramente onde temos sido hipócritas, tanto diante de Ti quanto diante dos outros. Dá-nos a coragem e a humildade para admitir nossas falhas e nos arrependermos genuinamente, buscando a transformação do nosso coração.

Que o teu Espírito Santo nos capacite a viver de acordo com a verdadeira adoração que Tu buscas: uma adoração que vem do coração, cheia de sinceridade e amor por Ti e pelos outros. Que nossas palavras e ações sejam sempre consistentes com os princípios do Teu Reino, refletindo a luz de Cristo em um mundo marcado pela hipocrisia e pelo engano.

Dá-nos a graça de sermos exemplos vivos da tua verdade e amor, em todas as áreas de nossas vidas. Que possamos ser instrumentos de reconciliação e restauração, compartilhando a mensagem do Evangelho com autenticidade e coerência.

Que a nossa busca pela verdade e integridade nos conduza mais perto de Ti, e que possamos viver vidas que glorificam o teu nome.

Em nome de Jesus, que é a própria Verdade, oramos.

Amém.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Louvando a Deus.


(Dave Roberson)

As maiores experiências com Deus que eu já tive em minha vida, além de vê-Lo curar uma pessoa cega ou muda, aconteceram enquanto eu estava adorando-O em particular com apenas algumas pessoas presentes.
Por exemplo, eu já mencionei que logo depois que fui batizado no Espírito Santo na igreja e falei “com lábios gaguejantes”, tive uma experiência pessoal enquanto adorava a Deus em minha casa.
Naquela época eu estava passando por uma intensa batalha espiritual. Eu podia sentir a natureza carnal tentando se apoderar vagarosamente de mim novamente.

Enquanto Rosalie orava comigo, eu andava sem parar pela sala louvando e adorando fervorosamente a Deus. Eu não queria me entregar a minha carne, mas parecia que eu estava quase sem forças. Eu realmente não sabia como orar naquela época. Não fazia muito tempo que eu havia sido salvo e no ano seguinte que nasci de novo, eu ia para a igreja e voltava para o mundo. Quando eu estava no “mundo”, podia ser encontrado em lugares não muito bons.

Então, eu ia e vinha, resistindo às tentações da carne ao orar e louvar a Deus da melhor maneira que eu sabia. Eu não sabia o que fazer exceto levantar as minhas mãos a Deus e dizer “Aleluia” e “Glória a Deus” repetidas vezes.

De repente uma sensação quente veio sobre mim, começando pelas pontas das minhas mãos que estavam levantadas. Esta sensação fluiu pelos meus braços, ombros, dentro do meu peito e pareceu alcançar a minha mente.

Quando esta sensação fluiu em minhas pernas, eu caí para trás. Minha respiração parou, mas eu quase não pude notar. Ao invés disto, eu comecei imediatamente a falar em outra língua sem esforço algum. Por horas eu continuei a me entregar ao Espírito Santo e aquela linguagem sobrenatural cresceu até se tornar uma linguagem de oração completa e fluente.

(Continua...)

terça-feira, 22 de maio de 2012

Coerência na Liderança: A mudança que fala(8)

 

(Campo de concentração em Osthofen, Alemanha)


As pessoas ensinam, mas não praticam, percebem o quanto que existe de arrependimento e mudança, pedir perdão e reconhecer o erro:

"A desconexão entre o ensino teórico e a prática vivencial é uma realidade frequente em diversos aspectos da vida espiritual e humana. Muitas vezes, encontramos pessoas que possuem um vasto conhecimento sobre conceitos como arrependimento, perdão e mudança, e até mesmo os ensinam com eloquência, mas falham em incorporá-los em suas próprias vidas. O verdadeiro arrependimento e mudança não são apenas teoria; requerem uma jornada interior de auto confrontação e humildade. Implica em reconhecer nossas falhas, pedir perdão sinceramente e, crucialmente, em empreender esforços genuínos para vivermos de acordo com os ensinamentos de Cristo. Esta prática vivencial é essencial, pois é através dela que os princípios espirituais se manifestam em ações concretas, impactando não apenas a vida daqueles que os praticam, mas também daqueles que são influenciados por eles."

Tiago 1:22-25 (NVI): "Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando-se a si mesmos. Aquele que ouve a palavra, mas não a põe em prática, é semelhante a um homem que olha a sua face num espelho e, depois de olhar para si mesmo, sai e logo esquece a sua aparência. Mas o homem que observa atentamente a lei perfeita, que traz a liberdade, e persevera na prática dessa lei, não esquecendo o que ouviu mas praticando-o, será feliz naquilo que fizer."

Mateus 7:21 (NVI): "Nem todo aquele que me diz: 'Senhor, Senhor', entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus."

Lucas 6:46 (NVI): "Por que vocês me chamam 'Senhor, Senhor' e não fazem o que eu digo?"

1 João 2:3-6 (NVI): "Sabemos que o conhecemos, se obedecemos aos seus mandamentos. Aquele que diz: 'Eu o conheço', mas não obedece aos seus mandamentos, é mentiroso, e a verdade não está nele. Mas, se alguém obedece à sua palavra, nele verdadeiramente o amor de Deus está aperfeiçoado. Desta forma sabemos que estamos nele: aquele que afirma que permanece nele, deve andar como ele andou."

Lucas 11:28 (NVI): "Ele respondeu: 'Antes, felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus e lhe obedecem.'"

A falta de coerência entre o ensino e a prática por parte de um líder espiritual pode ter várias implicações negativas:

Perda de credibilidade: Quando um líder espiritual não vive de acordo com os princípios que ensina, sua credibilidade é comprometida. Os seguidores podem questionar sua autenticidade e sua capacidade de liderar eficazmente.

Hipocrisia percebida: A discrepância entre o discurso e a prática pode ser percebida como hipocrisia pelos seguidores, minando a confiança no líder e no ensinamento que ele representa.

Desmotivação dos seguidores: Os seguidores podem se sentir desmotivados e desencorajados ao verem seu líder agindo de forma inconsistente com seus ensinamentos. Isso pode levar à desilusão e ao afastamento das práticas espirituais.

Impacto nas relações interpessoais: A falta de integridade do líder pode afetar negativamente as relações interpessoais dentro da comunidade espiritual. Pode haver conflitos, divisões e ressentimentos entre os seguidores devido à falta de confiança no líder.

Por outro lado, um líder espiritual que vive em conformidade com os princípios que ensina pode ter um impacto positivo significativo:

Inspirar e motivar os seguidores: Um líder que vive de acordo com seus ensinamentos inspira e motiva os outros a fazerem o mesmo. Sua integridade e autenticidade servem como um exemplo a seguir.

Construir confiança e credibilidade: A coerência entre o discurso e a prática constrói confiança e credibilidade nos olhos dos seguidores. Eles confiam no líder e em suas orientações porque veem que ele pratica o que prega.

Fomentar um ambiente de crescimento espiritual: Um líder que vive de acordo com seus ensinamentos cria um ambiente propício para o crescimento espiritual dos seguidores. Eles se sentem apoiados e encorajados a viver uma vida de fé autêntica.

Promover relacionamentos saudáveis: A integridade do líder fortalece os relacionamentos dentro da comunidade espiritual, promovendo a unidade, a harmonia e o amor entre os membros.

Em resumo, a falta de coerência entre o ensino e a prática por parte de um líder espiritual pode ter consequências negativas para a comunidade espiritual, enquanto a liderança que vive em conformidade com seus ensinamentos pode ter um impacto positivo significativo, inspirando, motivando e promovendo o crescimento espiritual dos seguidores.

Mateus 23:3 (NVI): "Assim, façam e pratiquem tudo o que eles lhes dizem. Mas não façam o que eles fazem, pois não praticam o que pregam."

1 Timóteo 4:12 (NVI): "Ninguém o despreze pelo fato de você ser jovem, mas seja um exemplo para os fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé e na pureza."

Tiago 1:22-25 (NVI): "Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando-se a si mesmos. Aquele que ouve a palavra, mas não a põe em prática, é semelhante a um homem que olha a sua face num espelho e, depois de olhar para si mesmo, sai e logo esquece a sua aparência. Mas o homem que observa atentamente a lei perfeita, que traz a liberdade, e persevera na prática dessa lei, não esquecendo o que ouviu mas praticando-o, será feliz naquilo que fizer."

Filipenses 4:9 (NVI): "Tudo o que vocês aprenderam, receberam, ouviram e viram em mim, ponham-no em prática. E o Deus da paz estará com vocês."

1 Pedro 5:3 (NVI): "Não ajam como dominadores dos que lhes foram confiados, mas sejam exemplos para o rebanho."

Jesus foi o exemplo supremo de coerência entre o ensino e a prática. Sua vida foi um testemunho vivo dos princípios que ele ensinava. Aqui estão algumas maneiras pelas quais Jesus se posicionou e manifestou em relação a esse princípio:

Ensinou com autoridade: Jesus ensinava com autoridade, não como os líderes religiosos de seu tempo (Mateus 7:29). Ele não apenas proclamava verdades espirituais, mas também as vivia em sua própria vida.

Exemplificou humildade: Jesus demonstrou humildade ao longo de seu ministério, servindo aos outros e colocando as necessidades dos outros acima das suas próprias (Filipenses 2:5-8).
Praticou o que ensinava: Jesus viveu de acordo com os princípios que ensinava. Ele não apenas pregava amor, perdão e compaixão, mas também os demonstrava em suas interações diárias com as pessoas (João 13:34-35).

Confrontou a hipocrisia: Jesus frequentemente confrontava a hipocrisia dos líderes religiosos de seu tempo, que ensinavam um conjunto de padrões morais, mas não viviam de acordo com eles (Mateus 23:1-36).

Chamou os discípulos a segui-lo: Jesus não apenas ensinou seus discípulos verbalmente, mas os chamou para segui-lo e aprender com seu exemplo de vida (Mateus 4:19).

Senhor,

Diante de Ti, reconhecemos a nossa própria fragilidade e a nossa tendência de separar o que ensinamos daquilo que praticamos. Perdoa-nos por todas as vezes em que falhamos em viver de acordo com os princípios que pregamos, por todas as vezes em que permitimos que o orgulho e a hipocrisia se instalem em nossos corações.

Pedimos, Senhor, que nos ajudes a sermos verdadeiros praticantes da Tua Palavra, não apenas ouvintes que se enganam. Que o nosso ensino seja sempre acompanhado pela vivência autêntica da verdade que proclamamos. Capacita-nos a vivermos de acordo com os princípios do Teu Reino, a amarmos como Tu amaste, a perdoarmos como Tu perdoaste e a servirmos como Tu serviste.

Que a nossa vida seja um reflexo do Teu amor e da Tua verdade, para que aqueles que nos cercam possam ver em nós o exemplo de uma fé viva e transformadora. Capacita-nos a reconhecer os nossos erros, a pedir perdão sinceramente e a empreender esforços genuínos para vivermos de acordo com os Teus ensinamentos.

Que o nosso testemunho seja coerente e íntegro, para que a nossa credibilidade não seja abalada diante dos que nos observam. Ajuda-nos a sermos líderes que inspiram, motivam e edificam aqueles que temos tentado conduzir ao Senhor, conduzindo-os por um caminho de verdadeira transformação e crescimento espiritual.

Que a Tua graça abundante nos capacite a vivermos de maneira digna do chamado que recebemos, honrando o Teu nome em tudo o que fazemos. Em meio às nossas fraquezas e limitações, que possamos encontrar força e perseverança em Ti, sabendo que és o Deus que nos capacita a fazer todas as coisas.

Concede-nos, Senhor, um coração contrito e humilde, disposto a reconhecer os nossos erros e a buscar a Tua vontade em todas as áreas de nossas vidas. Que a nossa busca por coerência entre o ensino e a prática seja constante e sincera, para a glória do Teu nome e o avanço do Teu Reino.

Em nome de Jesus, que é o nosso exemplo supremo de integridade e coerência, oramos.

Amém.







quarta-feira, 16 de maio de 2012

Juventude: Entre a Mente e o Comportamento(17)

 

(Innsbruck, Áustria)

Mente Jovem é diferente de mente do comportamento de jovem:

Essa afirmação ressalta a distinção entre a mentalidade inerente aos jovens e as manifestações comportamentais frequentemente associadas à sua faixa etária. Embora os jovens possuam uma mentalidade característica, marcada pela criatividade, curiosidade e busca por identidade, nem sempre seu comportamento traduz essa mentalidade de forma construtiva ou positiva.

É fundamental compreender e orientar tanto a mente quanto o comportamento dos jovens para que possam amadurecer de maneira saudável e produtiva. Através de uma abordagem amplificada, é possível nutrir e desenvolver as características mentais únicas da juventude, ao mesmo tempo em que se promove um comportamento que contribua para o seu crescimento pessoal e para a sociedade em geral.

Ao reconhecer essa distinção, abre-se espaço para um diálogo mais profundo e uma intervenção mais eficaz, capacitando os jovens a canalizarem sua energia criativa e sua sede de conhecimento de forma construtiva. Isso implica não apenas em compreender suas motivações e aspirações, mas também em fornecer-lhes orientação e apoio adequados para que possam traduzir esses impulsos internos em ações positivas e significativas.

Provérbios 22:15 (NVI): "A insensatez está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a livrará dela."

1 Timóteo 4:12 (NVI): "Ninguém o despreze pelo fato de você ser jovem, mas seja um exemplo para os fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé e na pureza."

1 Coríntios 13:11 (NVI): "Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança e raciocinava como criança. Quando me tornei homem, deixei para trás as coisas de criança."

Provérbios 20:11 (NVI): "Até a criança se dá a conhecer por suas ações, se o que faz é puro e reto."

Eclesiastes 11:9 (NVI): "Alegre-se, jovem, na sua juventude! Seja feliz o seu coração nos dias da sua juventude! Siga por onde seu coração mandar, até onde a sua vista alcançar; mas saiba que por todas essas coisas Deus o trará a julgamento."

A prática contrária ao ensino de orientar a mente e o comportamento dos jovens pode resultar em várias consequências negativas:

Desenvolvimento de Comportamentos Destrutivos: Sem orientação adequada, os jovens podem se envolver em comportamentos prejudiciais, como consumo excessivo de álcool, uso de drogas, comportamento sexual irresponsável, entre outros, que podem ter impactos duradouros em sua saúde física, mental e emocional.

Falta de Responsabilidade: A ausência de orientação sobre comportamento pode levar os jovens a negligenciar suas responsabilidades, tanto em relação aos estudos e ao trabalho, quanto em relação ao cuidado com eles mesmos e com os outros, contribuindo para uma cultura de irresponsabilidade e falta de comprometimento.

Perda de Valores Morais e Éticos: Sem a devida orientação, os jovens podem se desviar dos valores morais e éticos que os ajudam a tomar decisões sábias e compassivas. Isso pode levar a uma sociedade onde a honestidade, a integridade e o respeito pelo próximo são desconsiderados, resultando em uma atmosfera de desconfiança e desunião.

Consequências Legais: Comportamentos imprudentes e ilegais podem resultar em consequências legais graves, como detenção, multas e antecedentes criminais, limitando as oportunidades futuras dos jovens e prejudicando suas perspectivas de sucesso.

Impacto na Saúde Mental: A falta de orientação adequada sobre como lidar com desafios emocionais e mentais pode levar os jovens a enfrentarem problemas de saúde mental, como ansiedade, depressão e baixa autoestima, sem ter as ferramentas necessárias para enfrentá-los de forma saudável e construtiva.

A vida de Jesus na terra oferece um modelo claro de como a orientação da mente e do comportamento dos jovens pode ser realizada de maneira eficaz e significativa.

Exemplo de Conduta: Jesus foi um exemplo vivo de conduta moral e ética. Ele ensinou e demonstrou aos jovens como viver uma vida de integridade, amor ao próximo e respeito pelos outros. Seu comportamento exemplar serviu como um guia inspirador para os jovens de sua época e continua a inspirar milhões de pessoas até hoje.

Ensino e Orientação: Jesus não apenas modelou comportamentos positivos, mas também instruiu os jovens sobre como viver de acordo com os princípios do Reino de Deus. Ele ensinou sobre perdão, compaixão, serviço aos outros e amor incondicional, oferecendo uma orientação moral e espiritual que continua relevante para todas as gerações.

Empatia e Compreensão: Jesus mostrou uma profunda empatia e compreensão pelas lutas e desafios enfrentados pelos jovens. Ele acolheu crianças e jovens, ouviu suas preocupações e ofereceu palavras de encorajamento e esperança. Sua abordagem compassiva e acolhedora demonstrou aos jovens que eles eram valorizados e amados por Deus.

Correção e Disciplina: Jesus também demonstrou a importância da correção e disciplina quando necessário. Ele não hesitou em confrontar comportamentos errados ou desviados, mas sempre o fez com amor e misericórdia, buscando a restauração e a transformação das vidas dos jovens.

Senhor,

Neste momento de comunhão contigo, elevamos nossos corações em gratidão pela oportunidade de orientar e cuidar das mentes e comportamentos dos jovens. Reconhecemos que, assim como Tu, desejamos moldar suas vidas de acordo com os valores que refletem a Tua natureza amorosa e compassiva.

Pedimos, ó Deus, que nos concedas sabedoria e discernimento para guiar os jovens em seus pensamentos e ações. Que possamos ser exemplos vivos do Teu amor, inspirando-os a buscar a verdade, a justiça e a bondade em todas as áreas de suas vidas.

Ajuda-nos, Pai, a compreender as lutas e desafios únicos enfrentados pelos jovens de hoje. Dá-nos sensibilidade para ouvir suas preocupações, paciência para responder às suas perguntas e coragem para corrigi-los quando necessário, sempre guiados pelo Teu amor e sabedoria.

Fortalece-nos, Senhor, para sermos modelos de conduta moral e ética, seguindo o exemplo de Jesus Cristo. Que possamos ser fontes de inspiração e orientação, capacitando os jovens a viverem vidas que glorifiquem o Teu nome e sirvam ao bem comum da humanidade.

Que o nosso trabalho de orientação e cuidado com os jovens seja permeado pela Tua graça e misericórdia, guiado pelo Teu Espírito Santo e sustentado pelo Teu amor incondicional. Que cada ação e palavra sejam um reflexo do Teu amor transformador e redentor.

Confiamos em Ti, ó Deus, sabendo que és o nosso guia fiel e nosso protetor constante. Capacita-nos a sermos instrumentos da Tua vontade neste mundo, ajudando os jovens a crescerem em sabedoria, graça e amor.

Em nome de Jesus, nosso Salvador e Senhor, oramos. Amém.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Liderança de Jesus: Serviço, Amor e Autenticidade(7)

(Alesund, Noruega)

O líder que anda com Jesus é quebrantado:

O quebrantamento é um estado de profunda humildade e submissão diante de Deus, no qual reconhecemos nossa própria fraqueza, pecado e necessidade de redenção. É um processo de rendição completa ao Senhor, no qual somos confrontados com nossos orgulho, egoísmo e autoconfiança. Esse quebrantamento nos abre para a operação transformadora de Deus em nossas vidas, restaurando-nos e capacitando-nos a viver de acordo com Sua vontade.

Ao experimentar o quebrantamento, somos confrontados com a realidade de nossa própria humanidade e dependência de Deus. É um momento de rendição total, no qual reconhecemos nossa necessidade de salvação e libertação do pecado. Esse processo muitas vezes envolve dor e sofrimento, mas também abre espaço para a graça de Deus agir em nós de maneiras profundas e restauradoras.

O quebrantamento nos leva a abandonar nossa própria vontade e agenda, e nos submetermos inteiramente à vontade de Deus. Isso significa abrir mão do controle e confiar plenamente em Deus para nos guiar e sustentar. À medida que nos rendemos a Ele, somos transformados de dentro para fora, e nosso caráter é moldado à imagem de Cristo.

É importante ressaltar que o quebrantamento não é um sinal de fraqueza, mas sim de força espiritual. É a capacidade de reconhecer nossa dependência de Deus e confiar Nele completamente. Por meio do quebrantamento, somos capacitados a experimentar a plenitude da vida em Cristo e a viver de acordo com Seus propósitos para nós.

Salmo 51:17 (NVI): "O sacrifício aceitável a Deus é o espírito quebrantado; ao coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus."

Isaías 57:15 (NVI): "Pois assim diz o Alto e Sublime, que vive para sempre, e cujo nome é santo: 'Habito num lugar alto e santo, mas habito também com o contrito e humilde de espírito, para dar novo ânimo ao espírito do humilde e novo alento ao coração do contrito.'"

Mateus 5:3 (NVI): "Bem-aventurados os pobres de espírito, pois deles é o Reino dos céus."

Isaías 66:2 (NVI): "Esta é a pessoa à quem estou olhando: alguém humilde e contrito no espírito, e que treme diante da minha palavra."

Lucas 18:13-14 (NVI): "Mas o publicano ficou à distância. Ele nem ousava olhar para o céu, mas batendo no peito, dizia: 'Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador'. "Digo-lhes que este homem, e não o outro, foi para casa justificado diante de Deus. Pois quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado."

A relação entre um líder quebrantado e um líder não quebrantado é fundamentalmente marcada pela diferença na disposição de coração diante de Deus e dos outros. Aqui estão algumas distinções e o impacto negativo de não ser quebrantado pelo Espírito Santo:

Humildade vs. Orgulho: Um líder quebrantado demonstra humildade, reconhecendo sua dependência de Deus e sua própria insuficiência. Por outro lado, um líder não quebrantado é caracterizado pelo orgulho, confiando em suas próprias habilidades e recursos. O impacto negativo do orgulho inclui resistência à correção, falta de empatia e uma mentalidade de superioridade, o que pode alienar os outros e minar a unidade e a cooperação dentro da equipe.

Sensibilidade espiritual vs. Insensibilidade espiritual: Um líder quebrantado é sensível à voz do Espírito Santo e aberto à direção divina. Ele está disposto a se arrepender e se ajustar conforme a orientação de Deus. Em contraste, um líder não quebrantado pode ser insensível à orientação de Deus, confiando em sua própria sabedoria e ignorando a voz do Espírito Santo. Isso pode levar a decisões prejudiciais e desviar o líder do caminho de Deus para sua vida e liderança.

Empatia vs. Indiferença: Um líder quebrantado demonstra empatia e compaixão pelos outros, reconhecendo suas próprias fraquezas e lutando ao lado deles. Por outro lado, um líder não quebrantado pode ser indiferente às necessidades e lutas dos outros, priorizando seus próprios interesses e objetivos. Isso pode criar um ambiente de trabalho tóxico e prejudicar o bem-estar emocional e espiritual da equipe.

Relacionamentos saudáveis vs. Relacionamentos prejudicados: Um líder quebrantado cultiva relacionamentos saudáveis ​​e genuínos com os outros, baseados na confiança, respeito e amor mútuo. Por outro lado, um líder não quebrantado pode ter relacionamentos prejudicados devido ao seu comportamento arrogante, falta de compaixão e insensibilidade espiritual. Isso pode minar a coesão da equipe e prejudicar o ambiente de trabalho.

Em resumo, o impacto negativo de não ser quebrantado pelo Espírito Santo inclui a falta de humildade, sensibilidade espiritual, empatia e relacionamentos saudáveis, o que pode prejudicar a eficácia da liderança e o bem-estar da equipe. O quebrantamento pelo Espírito Santo é essencial para um liderança autêntica e eficaz, pois nos capacita a liderar com amor, sabedoria e compaixão, seguindo o exemplo de Jesus Cristo.

Jesus demonstrou a maneira correta de liderar de várias maneiras durante seu ministério na Terra. Aqui estão alguns aspectos-chave:

Serviço e humildade: Jesus ensinou que o verdadeiro líder é aquele que serve aos outros e demonstra humildade. Ele lavou os pés de seus discípulos como um exemplo de serviço humilde, ensinando que aquele que quiser ser grande deve ser servo de todos (João 13:1-17; Marcos 10:43-45).

Amor e compaixão: Jesus demonstrou um amor profundo e uma compaixão genuína pelas pessoas ao seu redor. Ele se importava com os necessitados, curava os doentes, alimentava os famintos e acolhia os marginalizados. Ele ensinou que o maior mandamento é amar a Deus e amar o próximo como a si mesmo (Marcos 12:30-31).

Integridade e autenticidade: Jesus viveu de acordo com os princípios que ele ensinava, demonstrando uma integridade impecável em todas as áreas de sua vida. Ele não comprometeu seus valores ou princípios, mesmo diante da oposição e da perseguição. Ele era autêntico em suas palavras e ações, nunca sendo hipócrita (Mateus 23:1-36).

Visão e propósito: Jesus tinha uma visão clara de sua missão na Terra e estava totalmente comprometido em cumpri-la. Ele sabia quem era, qual era sua missão e para onde estava indo. Ele capacitou seus discípulos e os orientou a continuar sua obra após sua partida (Lucas 4:18-19; Mateus 28:18-20).

Empoderamento e capacitação: Jesus capacitou seus discípulos a se tornarem líderes por si mesmos. Ele os ensinou, treinou e os encorajou a irem e fazerem discípulos de todas as nações. Ele confiou neles para continuar sua obra e os capacitou com o Espírito Santo (Mateus 28:18-20; Atos 1:8).

Em resumo, Jesus mostrou a maneira correta de liderar através do serviço humilde, amor genuíno, integridade impecável, visão clara, capacitação dos outros e autenticidade em todas as áreas da vida. Ele é o exemplo supremo de um líder que inspira, capacita e transforma vidas para o bem maior.

Senhor Jesus,

Em humildade e reverência, nos dirigimos a Ti, reconhecendo que Tu és o exemplo supremo de liderança e o modelo perfeito a ser seguido. Em Teu ministério terreno, demonstraste amor, serviço, humildade e integridade em todas as tuas ações e palavras.

Hoje, clamamos por Tua orientação e capacitação para sermos líderes segundo o Teu coração. Que possamos aprender contigo a arte do serviço humilde, colocando as necessidades dos outros acima das nossas próprias. Que nossas vidas sejam marcadas por um amor genuíno e uma compaixão profunda pelos que nos rodeiam.

Senhor, que possamos também viver com integridade e autenticidade, sendo verdadeiros em todas as áreas de nossas vidas. Que nossa conduta reflita os princípios que professamos, para que possamos ser exemplos vivos do Teu amor e da Tua verdade.

Dá-nos, Senhor, uma visão clara de nossa missão e propósito neste mundo. Capacita-nos a liderar com sabedoria e discernimento, seguindo o Teu exemplo de capacitar e empoderar outros para o serviço do Reino.

Que o Espírito Santo nos guie e nos fortaleça em todas as nossas decisões e ações, para que possamos ser instrumentos eficazes em Tuas mãos. Capacita-nos a liderar com coragem, fé e confiança, confiando em Tua promessa de que estás conosco todos os dias, até o fim dos tempos.

Que a nossa liderança seja sempre pautada na humildade, no amor e na busca pela glória de Deus. Capacita-nos a ser líderes que inspiram, capacitam e transformam vidas para o bem maior.

Em nome de Jesus, nosso Salvador e Senhor, oramos.

Amém.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

A Transformação na Rendição(11)

 

(Trollstingen, Noruega)

O reconhecimento das limitações faz o poder do "Pai" atuar na nossa vida, render meu eu a Deus:

Reconhecer nossas limitações e nos rendermos ao poder de Deus é o ponto de partida para experimentarmos a transformação divina em nossas vidas. Ao abandonarmos a confiança em nossa própria força e sabedoria, abrimos espaço para que o Senhor opere em nós de maneiras que ultrapassam nossa compreensão. É nos momentos de fraqueza e dependência que o poder do Pai se manifesta de forma mais significativa e eficaz. Ao rendermos nosso eu a Deus, permitimos que Ele guie nossos passos, fortaleça nossas fraquezas e nos conduza por caminhos de crescimento espiritual e pessoal. Este ato de entrega não apenas melhora nossa compreensão da verdade, mas também aprofunda nossa conexão com o divino, capacitando-nos a viver uma vida mais plena e significativa.

2 Coríntios 12:9-10 (NVI):"Mas ele me disse: 'Minha graça é suficiente a você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza'. Portanto, eu me gloriarei ainda mais alegremente em minhas fraquezas, para que o poder de Cristo repouse em mim. Por isso, por amor de Cristo, regozijo-me nas fraquezas, nos insultos, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias. Pois, quando sou fraco, é que sou forte."

Provérbios 3:5-6 (NVI): "Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas."

Mateus 11:28-30 (NVI): "Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve."

Filipenses 4:13 (NVI): "Posso todas as coisas naquele que me fortalece."

Salmos 46:1 (NVI): "Deus é o nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade."

Uma vida cristã sem um relacionamento íntimo com Deus pode resultar em vários impactos negativos:

Falta de direção espiritual: Sem um relacionamento próximo com Deus, os cristãos podem se sentir perdidos e sem direção espiritual. Eles podem lutar para discernir a vontade de Deus em suas vidas e tomar decisões baseadas em seus próprios desejos ou na influência externa, em vez da orientação divina.

Falta de crescimento espiritual: O relacionamento íntimo com Deus é essencial para o crescimento espiritual contínuo. Sem esse relacionamento, os cristãos podem estagnar em sua fé, permanecendo no mesmo nível espiritual por longos períodos de tempo e perdendo oportunidades de amadurecimento espiritual.

Vida de oração superficial: A oração é uma parte fundamental da comunicação com Deus. Sem um relacionamento íntimo com Ele, as orações podem se tornar superficiais, mecânicas e desprovidas de fervor espiritual. Isso pode levar a uma sensação de desconexão com Deus e frustração espiritual.

Vida de adoração sem significado: A adoração é uma expressão de amor e devoção a Deus. Sem um relacionamento íntimo com Ele, a adoração pode se tornar apenas um ritual vazio, carente de significado pessoal e espiritual. Isso pode levar a uma falta de conexão emocional e espiritual durante os momentos de louvor e adoração.

Falta de transformação pessoal: O relacionamento íntimo com Deus é o catalisador para a transformação pessoal. Sem essa intimidade, os cristãos podem lutar para superar hábitos pecaminosos, lidar com questões de caráter e experimentar a plenitude da vida abundante que Jesus prometeu.

Falta de paz e consolo: Uma vida sem um relacionamento íntimo com Deus pode resultar em uma falta de paz interior e consolo em meio às dificuldades e desafios da vida. Sem a presença constante de Deus e Sua paz que excede todo entendimento, os cristãos podem se sentir sobrecarregados pelo estresse e ansiedade.

A vida de Jesus é um modelo supremo de intimidade com o Pai. Ele constantemente buscava momentos de comunhão e oração com Deus, demonstrando uma conexão profunda e íntima com Ele. Aqui estão algumas características da vida de Jesus em relação à sua intimidade com o Pai:

Oração constante: Jesus frequentemente se retirava para lugares isolados para orar e buscar a comunhão com o Pai. Ele valorizava o tempo de qualidade em comunhão com Deus, mesmo em meio às demandas de seu ministério terreno.

Dependência total de Deus: Jesus reconhecia sua completa dependência do Pai em tudo o que fazia. Ele buscava a vontade do Pai em todas as situações e confiava plenamente na direção e no poder de Deus para cumprir Seu propósito na terra.

Submissão à vontade do Pai: Em seu momento mais desafiador, no Jardim do Getsêmani, Jesus demonstrou sua profunda intimidade com o Pai ao submeter-se completamente à vontade divina, mesmo enfrentando a angústia da crucificação iminente.

Ensinamentos centrados em Deus: Jesus constantemente ensinava sobre a importância da intimidade com o Pai. Ele instruía seus discípulos a orar ao Pai, a buscar primeiro o Reino de Deus e a confiar nas promessas divinas.

Confiança inabalável: Jesus confiava plenamente no amor, na sabedoria e no cuidado do Pai. Mesmo diante de desafios e adversidades, Ele permanecia firme em Sua fé e confiança em Deus, sabendo que o Pai estava sempre ao Seu lado.

Amado Deus,

Hoje, em humildade e gratidão, me aproximo de Ti, reconhecendo a profunda intimidade que Jesus compartilhou Contigo durante Sua jornada terrena. Como Ele, eu anseio por uma comunhão mais profunda Contigo, um relacionamento que transcende palavras e abraça o coração.

Pai amoroso, assim como Jesus se retirava para lugares isolados para buscar Tua presença em oração, eu também me refugio em Ti neste momento. Que este seja um momento sagrado, onde possa me render completamente à Tua vontade e me encontrar em Tua paz.

Senhor, reconheço minha dependência total de Ti em todas as áreas da minha vida. Ajuda-me a confiar em Tua direção e poder, mesmo quando os caminhos parecem incertos. Que minha confiança em Ti seja inabalável, assim como a de Jesus, mesmo diante das provações e tribulações.

Deus misericordioso, como Jesus, eu me submeto à Tua vontade soberana, mesmo quando não compreendo completamente os Seus caminhos. Dá-me a coragem e a fé para aceitar Teus planos para minha vida, sabendo que Tu és bom e fiel em todo tempo.

Pai celestial, que meu relacionamento Contigo não seja apenas uma prática religiosa, mas uma jornada de amor e intimidade. Que meus pensamentos, palavras e ações sejam centrados em Ti, assim como Jesus ensinou. Capacita-me a viver uma vida que reflita Tua graça e amor para com os outros.

Em nome de Jesus, o modelo perfeito de intimidade Contigo, eu oro. Amém.

A Conexão Hebraica — O Óleo, a Unção e o Derramamento

E, estando Jesus em Betânia... veio uma mulher trazendo um vaso de alabastro com um perfume de nardo puro, de grande valor; e, quebrando o v...